MIGUEL STEDILE, SOLANGE ENGELMANN, IRIS PACHECO - Comunicação e organicidade do MST

Autores

Miguel Stedile, Instituto de Educação Josué de Castro (IEJC); Solange Engelmann, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Iris Pacheco, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); Mayrá S. Lima, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade de Brasília (UnB); Felipe Canova Gonçalves, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade de Brasília (UnB)

Sinopse

Biografia do Autor

Miguel Stedile, Instituto de Educação Josué de Castro (IEJC)

Hoje, eu coordeno o Instituto de Educação Josué de Castro, em Veranópolis (RS), mas atuei no setor de comunicação de 1997 a 2010 e na coordenação do setor por sete anos. Entrei no MST através da minha família, que participou da fundação do Movimento e passei a militar no MST no início de 1997 aqui no RS, que é onde eu construí minha militância. A partir de 2001, eu assumi algumas tarefas no setor nacional, onde permaneci até 2010. Sou formado e pósgraduado em História, mas antes eu comecei o curso de Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS) e na Universidade do Rio Sinos (Unisinos), mas não concluí. Cheguei a cursar cinco anos de Jornalismo.

Solange Engelmann, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Participo do setor de comunicação a partir da sua executiva. Eu entrei no MST em 1996, a partir da minha família que morava (e ainda mora) em um assentamento no Paraná. Iniciei minha militância na região noroeste do Paraná, atuando com cooperativas dos assentados. Depois me desloquei para Maringá, onde estudei Jornalismo. Fui para Curitiba, onde comecei a atuar no setor de comunicação desde 2004. Assumi a coordenação do setor por cinco anos. Hoje também faço doutorado em Comunicação e Informação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Iris Pacheco, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

Sou filha de assentado, cresci na primeira área de assentamento do MST da Bahia, então o meu envolvimento com o MST vem da minha família, que ajudou a fundar o MST no estado da Bahia. A partir deste processo, envolvi-me nas atividades internas de Cultura, Comunicação e Juventude de dentro do assentamento. Em 2007, eu contribuí na secretaria regional do MST e depois com o coletivo estadual de Juventude, Comunicação e Cultura. Em 2009, eu entro no curso de Jornalismo da Terra, promovido pela Universidade Federal do Ceará em parceria com o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). Formei em 2013. Neste período de estudos, atuei na assessoria de comunicação do Escritório do MST em Brasília e, atualmente, faço parte da coordenação nacional do setor, compondo também a Direção Nacional do MST. Sou também especialista em Teologia das Religiões Afrobrasileiras e estou cursando uma especialização em Estudos Latinoamericanos, promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora e Escola Nacional Florestan Fernandes.

Mayrá S. Lima, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade de Brasília (UnB)

Jornalista, mestra em Ciências Sociais e doutoranda em Ciência Política na Universidade de Brasília. É pesquisadora do grupo Democracia e Desigualdades (Demodê). Também é integrante do setor de comunicação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

Felipe Canova Gonçalves, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Universidade de Brasília (UnB)

Doutorando em Comunicação (PPGCOM-UnB) e professor da Licenciatura em Educação do Campo, campus
Planaltina da Universidade de Brasília, nas áreas de audiovisual, artes visuais e comunicação comunitária. Integra o Coletivo Nacional de Cultura do MST.

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Publicado

fevereiro 17, 2020