KEILA SIMPSON - Cidadania das pessoas trans

Autores

Keila Simpson
Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) / Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)
Fernanda Martinelli
Universidade de Brasília (UnB)
Maria Léo Araruna
Universidade de Brasília (UnB)
Taya Carneiro
Universidade de Brasília (UnB)

Sinopse

Biografia do Autor

Keila Simpson, Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) / Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)

Keila Simpson é presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), a maior e mais antiga Rede Nacional de Travestis e Mulheres Transexuais do Brasil, que tem como missão mobilizar Travestis e Mulheres Transexuais das cinco regiões do país para a construção de um quadro político nacional a fim de representar esses dois segmentos na busca de cidadania e igualdade de direitos. Foi a primeira travesti a assumir a presidência do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos LGBT e também é membra da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Em 2013 foi condecorada com o Prêmio Direitos Humanos, recebido das mãos da presidenta Dilma Rousseff.

Fernanda Martinelli, Universidade de Brasília (UnB)

Professora da Faculdade de Comunicação da UnB (Universidade de Brasília), doutora em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ (2011) e mestre em Comunicação e Cultura pela mesma instituição (2006). É integrante do grupo de pesquisa Cultura, Mídia e Política, pesquisadora associada à CIEC (Coordenação Interdisciplinar de Estudos Contemporâneos / UFRJ / CNPq) e ao NEMP (Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política / UnB) e membro da International Association for Media and Communication Research (IAMCR). Atualmente coordena pesquisa sobre discriminação de pessoas trans no acesso à renda e ao mercado de trabalho.

Maria Léo Araruna, Universidade de Brasília (UnB)

Graduanda em Direito pela Universidade de Brasília (UnB). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direitos Humanos, atuando principalmente, nos seguintes eixos: Gênero, Sexualidade e Juventude. É ativista dos direitos de mulheres, de crianças e adolescentes, de pessoas trans e da população LGBT em geral. Integrante da Coletiva LGBT e Projeto de Extensão Corpolítica. Atualmente participa de pesquisa sobre discriminação de pessoas trans no acesso à renda e ao mercado de trabalho.

Taya Carneiro, Universidade de Brasília (UnB)

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (PPGFAC/UnB) e graduada em Comunicação Organizacional pela mesma instituição (2016). Pesquisadora nos grupos de pesquisa Cultura, Mídia e Política e GEPCOR (Grupo de Estudos e Pesquisas em Comunicação Organizacional) vinculados ao CNPq, e membra efetiva da Comissão Gestora Pró-LGBT da UnB. Atualmente pesquisa moda e identidade de gênero, e discriminação no acesso à renda e ao mercado de trabalho.

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Publicado

fevereiro 17, 2020