CARLA CERQUEIRA - Marcas da ditadura em Portugal

Autores

Carla Cerqueira
Universidade Lusófona do Porto
José Cristian Góes
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Sinopse

Biografia do Autor

Carla Cerqueira, Universidade Lusófona do Porto

Depois de passar por uma das mais longas ditaduras da Europa, Portugal ainda sente seus reflexos, mesmo 43 anos depois, em especial nas temáticas que envolvem os Movimentos Sociais, as mídias e a igualdade de gênero. Essa é uma das percepções da professora Carla Cerqueira, da Universidade Lusófona do Porto, e que realiza pós-doutoramento na CECS (Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade) na Universidade do Minho. Ela colabora com vários movimentos sociais de direitos humanos, integra o Conselho de Opinião da RTP (Rádio e Televisão de Portugal) e foi vice-presidente da Secção de Gênero e Comunicação da Associação Europeia de Investigação em Educação e Comunicação. Carla diz que Portugal ainda se constitui uma sociedade com histórico machista, e com pouca compreensão qualificada nas mídias sobre os movimentos de igualdade de gênero. Apesar de avanços, o espaço midiático português visibiliza desigualdades sociais e as legitima, com discursos sexistas, xenóbofos, racistas.

José Cristian Góes, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Jornalista, mestre em Comunicação/UFS (Criminalização da pobreza no jornalismo) e é doutorando em Comunicação na UFMG, com estágio doutoral na Universidade do Minho, em Braga, Portugal. É militante social no campo da Comunicação e investiga sobre jornalismo, identidades e a construção do visível e do invisível.

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Publicado

fevereiro 17, 2020