Agronegócios: perspectivas

Autores

Patricia Guarnieri (editor)
Universidade de Brasília (UnB)
https://orcid.org/0000-0001-5298-5348
Magali Costa Guimarães (editor)
Universidade de Brasília (UnB)
Karim Marini Thomé (editor)
Universidade de Brasília (UnB)
https://orcid.org/0000-0003-2701-5643
Palavras-chave: Agroindústria, Agricultura familiar, Sistemas agroindustriais, Cadeia agroalimentar

Sinopse

Apresentamos, nesta obra, uma conjugação de saberes advindos de pesquisadores com formações básicas diversas que integram o Propaga/UnB - Programa de Pós-graduação em Agronegócios da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília. Essa diversidade de saberes é expressa no título que escolhemos para a presente obra: “Agronegócios: Perspectivas”. No capítulo 1, os autores analisam as representações sociais sobre o conceito de Agronegócios. O capítulo 2 usa a Análise Histórico Comparativa de Casos, para estruturar uma metodologia de estudo do Agronegócio. No capítulo 3, os autores trazem para o campo do Agronegócio discussões relativas às competências gerenciais. No capítulo 4, os autores apresentam a agricultura orgânica e analisam os impactos das tecnologias sustentáveis e das inovações desenvolvidas nesse tipo de produção. No capítulo 5, os autores apresentam múltiplas formas de interpretar e discutir mercados e chamam atenção para a teoria dos mercados como práticas de análise no agronegócio. No capítulo 6, a autora detalha o modelo qualitativo e quantitativo de Análise de Risco, ressaltando sua importância para a tomada de decisões relativas à segurança alimentar do consumidor. O capítulo 7, apresenta um estudo sobre a percepção dos consumidores de hortaliças orgânicas sobre a qualidade do produto na cadeia produtiva do Distrito Federal. No capítulo 8, o autor caracteriza a aderência de parte da comercialização de cafés aos princípios orientadores do atual movimento slow food. No capítulo 9, as autoras discutem o déficit no setor de armazenagem e o conceito de condomínios de armazéns rurais. No capítulo 10, as autoras utilizam a metodologia de investigação de redes sociais para compreender influência das redes sociais de três projetos de assentamento. No capítulo 11, as autoras avaliaram a existência de plantas alimentícias não convencionais no comércio do Distrito Federal-DF. Por fim, No último capítulo são analisadas questões relativas à inovação no âmbito das organizações que integram diferentes elos produtivos do Agronegócio.

Capítulos

  • Apresentação
    Patricia Guarnieri, Magali Costa Guimarães, Karim Marini Thomé
  • Capítulo I - Representações sociais do conceito de Agronegócios
    Priscila Brelaz da Silva, Magali Costa Guimarães, Marlon Vinícius Brisola
  • Capítulo II - Trajetória institucional comparada: instrumento de análise em estudos sobre sistemas agroindustriais e territórios produtivos rurais
    Marlon Vinícius Brisola
  • Capítulo III - Evolução dos estudos sobre competências gerenciais no contexto do agronegócio
    Sthefane Cristina de Lima Duarte, Maria Júlia Pantoja, Marlon Vinícius Brisola
  • Capítulo IV - Agricultura orgânica e agronegócio: análise e impactos de tecnologias sustentáveis
    João Paulo Guimarães Soares, Ana Maria Resende Junqueira, Matheus Boratto Nascimento Campos, Bruno Henrique Crespo Porto
  • Capítulo V - Mercados como práticas e novas possibilidades de análise para o agronegócio
    Karim Marini Thomé, Kahlil Marini Thomé
  • Capítulo VI - Princípios e emprego da análise de risco na segurança dos alimentos
    Vânia Ferreira Roque-Specht
  • Capítulo VII - Caracterização de consumidores e atributos de mercado da cadeia produtiva de hortaliças orgânicas no Distrito Federal e entorno
    Isaac Leandro de Almeida, Ana Maria Resende Junqueira, Cleidson Nogueira Dias
  • Capítulo VIII - Uma parte importante do movimento slow food: como as cafeterias de cafés especiais encontraram seu espaço entre o tradicional e o moderno
    José Márcio Carvalho
  • Capítulo IX - Condomínios de armazéns rurais: uma breve caracterização com enfoque logístico
    Amanda Cristina Gaban Filippi, Patricia Guarnieri
  • Capítulo X - Redes sociais rurais: análise da gestão coletiva em projetos de assentamento de reforma agrária
    Raquel Aparecida Alves, Maria Júlia Pantoja, Sergio Ricardo Franco Vieira
  • Capítulo XI - Análise dos canais de distribuição de plantas alimentícias não convencionais (Panc) em seis feiras do Distrito Federal
    Juliana Martins de Mesquita Matos, Ana Maria Resende Junqueira, Alda Mieko Rocha Kimura Vidal
  • Capítulo XII - Sistema privado de inovação tecnológica agropecuária no Brasil
    Antônio Maria Gomes de Castro, Suzana Maria Valle Lima, Luís Fernando Vieira, Eduardo Paulo de Moraes Sarmento, Camille Gonçalves Bruno de França
  • Sobre os autores

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Patricia Guarnieri, Universidade de Brasília (UnB)

Doutora pela Universidade Federal de Pernambuco em Engenharia de Produção. Professora e pesquisadora da Universidade de Brasília, graduação em Administração, pós-graduação em Agronegócios (Propaga) e em Administração (PPGA). Áreas de interesse: logística de suprimentos e reversa e Supply Chain Management.

Magali Costa Guimarães, Universidade de Brasília (UnB)

Doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Professora da Faculdade de Agronomia Medicina Veterinária/UnB. Áreas de interesse: ergonomia aplicada às organizações rurais e agroindustriais, saúde no trabalho, trabalho rural, representações sociais sobre o agronegócio.

Karim Marini Thomé, Universidade de Brasília (UnB)

Doutor em Administração, com estágio pós-doutoral na Stockholm School of Economics e na Uppsala University. Professor na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária/UnB. Coordenador do Propaga/UnB. Áreas de interesse: estudos de mercados, mercados de status e performatividade.

Priscila Brelaz da Silva, Universidade de Brasília (UnB)

Graduanda em Agronomia pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária/UnB. Áreas de interesse: agronegócio e representação social.

Marlon Vinícius Brisola, Universidade de Brasília (UnB)

Doutor em Ciências Sociais. Professor da Universidade de Brasília – FAV/PROPAGA. Áreas de interesse: Desenvolvimento Regional e História Econômica no âmbito dos Sistemas Agroindustriais, tanto no Brasil, como na América Latina.

Sthefane Cristina de Lima Duarte

Mestre em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Graduada em Administração pela Universidade de Brasília. Áreas de interesse: competências gerenciais no agronegócio, gestão da cadeia de suprimentos.

Maria Júlia Pantoja, Universidade de Brasília (UnB)

Doutorado em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela UnB. Professora da Universidade de Brasília – FAV/Propaga. Áreas de interesse: gestão do agronegócio na perspectiva das redes sociais, comportamento humano nas organizações; e competências gerenciais no agronegócio.

João Paulo Guimarães Soares, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)

Doutor em Zootecnia (Produção Anima) pela Unesp-FCAVJ. Pesquisador da Embrapa Cerrados e do Propaga/UnB. Áreas de interesse: Agricultura orgânica, agricultura familiar e impactos ambientais.

Ana Maria Resende Junqueira, Universidade de Brasília (UnB)

PhD em Produção Vegetal, pela University of Wales, Grã-Bretanha. Pósdoutorado em Gestão da Qualidade na Produção Agrícola, pela University of Queensland, Austrália. Graduada em Agronomia, pela UnB. Professora
do Propaga/UnB. Áreas de interesse: sistemas sustentáveis de cultivo de hortaliças, contaminação química e microbiológica de alimentos, percepção de consumidores sobre a qualidade de produtos agrícolas

Matheus Boratto Nascimento Campos

Mestre em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD. Áreas de interesse: agricultura familiar, energias renováveis, impactos ambientais.

Bruno Henrique Crespo Porto

Mestrando no Propaga/UnB. Engenheiro Agrônomo, UFRural/RJ, Engenheiro Agrônomo da SEAD/Casa Civil/PR. Áreas de interesse: agricultura familiar, energias renováveis, impactos ambientais.

Kahlil Marini Thomé

Mestrando em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Analista do Ministério da Justiça. Áreas de interesse: normatização e construção de mercados.

Vânia Ferreira Roque-Specht, Universidade de Brasília (UnB)

Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, com ênfase em gerenciamento de risco de alimentos. Professora da Faculdade UnB Planaltina – FUP/UnB e do Propaga/
UnB. Áreas de interesse: garantia de controle de qualidade, segurança de alimentos e processamento de alimentos.

Isaac Leandro de Almeida, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)

Mestre em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Graduado em Engenharia Agronômica). Atualmente é gerente local do Escritório de Brasília da Embrapa Produtos e Mercado. Áreas de interesse: Posicionamento estratégico, produção, negociação e licenciamento de ativos, legislação e tecnologia de sementes, perfil do consumidor

Cleidson Nogueira Dias, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)

Doutor em Administração pela (UnB) com doutorado-sanduíche na Universitat Jaume I (UJI/Espanha). Mestre em Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape/FGV). Especialista em Gestão Empresarial e em Gestão Estratégica de Marketing (FGV). Graduado em Administração pela União Educacional de Brasília.

José Márcio Carvalho, Universidade de Brasília (UnB)

Doutor em Comércio Internacional pela University of Reading, Inglaterra. Pós-doutorado na Universidade Jaume I, Espanha. Professor e pesquisador da Universidade de Brasília, graduação em Administração,
pós-graduação em Agronegócios (Propaga/UnB). Áreas de interesse: negócios internacionais, gestão de cadeias de suprimentos, estratégias de operações e agronegócios.

Amanda Cristina Gaban Filippi, Universidade de Brasília (UnB)

Doutoranda em Agronegócios da Universidade Federal de Goiás, Mestrado em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Professora colaboradora no Departamento de Administração da Universidade de Brasília. Áreas
de interesse: Agronegócios, Logística Agroindustrial e Condomínios de armazéns rurais.

Raquel Aparecida Alves, Instituto de Ensino Superior Cenecista

Mestre em Agronegócios pelo Propaga/UnB. Especialista em Gestão de Pessoas e graduada em Administração. Atua como docente na Faculdade CNEC/Unaí/MG. Áreas de interesse: agricultura familiar, relações sociais rurais e saúde e segurança no trabalho rural.

Sergio Ricardo Franco Vieira, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf)

Mestre em Psicologia Social Organizacional e do Trabalho. Servidor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf. Áreas de interesse: redes organizacionais, mudança organizacional, gestão por competências.

Juliana Martins de Mesquita Matos

Doutora em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília. Pós-doutorado em Agronegócios, pela FAV- UnB. Consultora da Embrapa Cenargen na estruturação do Espaço Educacional Caminho Sustentável (Circuito Educacional para divulgação científica). Instrutora do Curso de Sensibilização Ambiental do MPDFT aplicado aos apenados de ilícitos ambientais. Colaboradora técnica do Centro Vocacional Tecnológico em Agroecologia e Agricultura Orgânica da Universidade de Brasília.

Alda Mieko Rocha Kimura Vidal

Mestranda em Ciências Florestais na Universidade de Brasília. Graduada em Gestão do Agronegócio na Universidade de Brasília.

Antônio Maria Gomes de Castro

Doutorado em Agricultural Systems Analisis And Simulation pela University Of Reading. Mestre em Agronomia pela Universidade de São Paulo. Foi pesquisador III da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pesquisador associado no Propaga/UnB. Áreas de interesse: gestão de C&T, prospecção de demandas de cadeias produtivas, gestão de P&D e análise prospectiva de cadeias produtivas.

Suzana Maria Valle Lima

Doutorado em Sociologia pela University of Wisconsin, Madison. Mestrado e graduação em Psicologia pela UnB. Foi pesquisadora da Embrapa e é pesquisadora associada no Propaga/UnB. Áreas de interesse: estudos de prospecção tecnológica, gestão de C&T, cadeias produtivas e gestão de inovação tecnológica.

Luís Fernando Vieira

Ph.D. em Economia de Recursos Naturais, pela University of Rhode Island. Graduado em Estatística pela Unicamp. Atualmente é consultor sênior da Inova Consultoria Prospectiva e Estratégia Ltda. Áreas de interesse: planejamento estratégico, desenvolvimento institucional, estratégia e gestão da pesquisa, desenvolvimento agrícola e agroindustrial, cadeias e complexos produtivos e agricultura familiar.

Eduardo Paulo de Moraes Sarmento

Mestre em Administração de Empresas pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. Graduado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Foi pesquisador da Embrapa.

Camille Gonçalves Bruno de França

Mestre em Agronegócios e bacharel em Gestão de Agronegócios pela Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária/UnB.

Referências

Apresentação

Capítulo I - Representações sociais do conceito de Agronegócios

ALEXANDRE, M. Representação social: uma genealogia do conceito. Comum, Rio de Janeiro, v.10, n. 23, p. 122-138, jul./dez. 2004.

ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2009.

BATALHA, M. O.; SILVA, A. L. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificações, especificidades e correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. (Coord.). Gestão agroindustrial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. v.1, p. 1-62.

BATALHA, M. O.; SILVA, A. L. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificações, especificidades e correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. (Coord.). Gestão agroindustrial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

BRASIL. Lei n.º 11326, de 24 de julho de 2006. Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 jul. 2006. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11326.htm>. Acesso em: 17 set. 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Brasil projeções do agronegócio 2011/2012 a 2021/2022. Brasília: MAPA, 2011. Resumo Executivo.Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Ministerio/gestao/projecao/Projecoes%20do%20Agronegocio%20Brasil%202011-20012%20a%202021-2022%20-%20Sintese(2).pdf>. Acesso em: 6 ago. 2015.

BRISOLA, M. V. Trajetória institucional comparada: instrumento de análise em estudos sobre sistemas agroindustriais e territórios produtivos rurais. In: GUARNIERI, P.; GUIMARÃES, M. C.; THOMÉ, K. M. (org.). Agronegócios: perspectivas. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2020. p. 47 - 76.

BRISOLA, M. V.; BOTELHO FILHO, F. B. A dimensão do embeddedness na indústria do vinho: um estudo comparado entre Brasil e Chile. Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Brasília, v. 4, p. 89-104, 2010.

CAUME, D. J. Agricultura familiar e agronegócio: falsas antinomias. Redes, v.14, n.1, p. 26-44, 2009. Disponível em: <http://online.unisc.br/seer/index.php/redes/article/view/846/1452>. Acesso em: 06 mar. 2015.

CEPEA. Perspectivas para o agronegócio em 2015. Piracicaba: CEPEA/ USP, 2014. Disponível em: <http://www.cepea.esalq.usp.br/comunicacao/Cepea_Perspectivas%20Agroneg2015_relatorio.pdf>.Acesso em: 3 ago. 2015.

CEPEA. PIB do agronegócio - Dados de 1995 a 2015.Piracicaba: CEPEA/USP, 2015. Disponível em: <http://www.cepea.esalq.usp.br/comunicacao/Cepea_Perspectivas%20Agroneg2015_relatorio.pdf>.Acesso em: 3 ago. 2015.

DALTRO, A. L. A Salvação da lavoura. Revista Veja, São Paulo, ano 48, n. 2419, p. 62-63, 01 abr. 2015.

DAVIS, J. H.; GOLDBERG, R. A. A concept of agribusiness. Boston: Harvard University, 1957.

FAO. Perspectivas agrícolas 2015-2024. Disponível em:<https://www.fao.org.br/download/PA20142015CB.pdf>. Acesso em: 20 ago. 2015.

FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. 4. ed. Brasília: Liber Livros, 2012. (Série pesquisa, v.6).

FURLAN, F. Burocracia nos portos é obstáculo sério às exportações. Revista Exame, São Paulo, 26 maio 2015. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1090/noticias/burocracia-nos-portose-obstaculo-serio-as-exportacoes>. Acesso em: 6 ago. 2015.

GRAZIANO DA SILVA, J.; DEL GROSSI, M. E. O novo rural brasileiro. 2000. Disponível em:<http://www.iapar.br/arquivos/File/zip_pdf/novo_rural_br.pdf>. Acesso em: 3 ago. 2015.

HJARVARD, S. Midiatização: teorizando a mídia como agente de mudança social e cultural. Matrizes, São Paulo, v. 2. n. 2, p. 53-91, jan./jun. 2012.

IBGE. Censo agropecuário 2006. Rio de Janeiro: IBGE, 2009.

KROEHN, M. O custo Brasil ataca o campo. Revista Exame, São Paulo, 20 out. 2011. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1002/noticias/a-praga-ataca-o-campo>. Acesso em: 6 ago. 2015.

LANE, S. T. M. Linguagem, pensamento e representações sociais. In: LANE, S. T. M.; CODO, W. (Org.). Psicologia social: o homem em movimento. 8 ed. São Paulo: Brasiliense, 1984. p. 32-39.

LAVEJOY, T. Como a Amazônia foi salva. Revista Veja, São Paulo, ano 48, n. 2448, p. 80-95, 21 out. 2015.

MEDEIROS, J. X. de; BRISOLA, M. V. Enfoques teóricos utilizados para o estudo do sistema agroindustrial da ovinocaprinocultura. In: MEDEIROS, J. X. de; BRISOLA, M. V (Org.). Gestão e organização no agronegócio da ovinocaprinocultura. Contagem: Santa Clara, 2009. p. 11-20.

MENDES, J. T. G.; PADILHA JÚNIOR, J. B. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

MIELE, M.; WAQUIL, P. D.; SCHULTZ, G. Mercados e comercialização de produtos agroindustriais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2011.

MONTORO, T., Sangue na tela: a representação da violência nos noticiários de televisão do Brasil. In: MOTTA, L. G (Org.). Imprensa e poder. Brasília: Editora Universidade de Brasília; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002. parte 4, p. 301-326.

MOSCOVICI, S. Notes towards a description of social representations. European Journal of Social Psychology, v. 18, n. 3, p. 211-250, 1988.

MOSCOVICI, S. Psicanálise, sua imagem e seu público. Petrópolis: Vozes, 2012.

NASSAR, A. et al. Segurança alimentar e sustentabilidade no agronegócio: o agro brasileiro em 2030. Rio de Janeiro: FIESP/ICONE, 2012. (12 slides). Disponível em: <http://www.iconebrasil.com.br/datafiles/publicacoes/apresentacoes/2012/o_agro_brasileiro_em_2030_1906.pdf>. Acesso em 18 ago. 2015.

NAVARRO, Z. A agricultura familiar no Brasil: entre a política e as transformações da vida econômica. In: GASQUES, J. G.; VIEIRA FILHO, J. E. R.; NAVARRO, Z. (Org.). A agricultura brasileira: desempenhos, desafios e perspectivas. Brasília, DF: IPEA, 2010. cap. 7, p. 185-209.

NOVAES, A. L. et al. Análise dos fatores críticos de sucesso do agronegócio brasileiro. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO RURAL, 48., 2010, Campo Grande.Anais...Brasília: SOBER, 2010. p. 1-20. Disponível em: . Acesso em: 20 ago. 2015.

PATRIOTA, L. M. Teoria das representações sociais: contribuições para a apreensão da realidade. Serviço Social em Revista, Londrina, v. 10, n. 1, jul./dez., 2007.

PRATES, M. Os números que mostram o poder do agronegócio brasileiro. Revista Exame, São Paulo, 3 jun. 2014. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/economia/noticias/os-numeros-que-mostram-o-poder-doagronegocio-brasileiro>. Acesso em: 4 ago. 2015.

RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia social. 27. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.

SÁ, C. P. A memória histórica numa perspectiva psicossocial. Morpheus, Rio de Janeiro, ano 9, n. 14, p.94-103, 2012. Disponível em: . Acesso em: 4 jan. 2016.

SAMMUT, G.; HOWARTH, C. Social representations. In: THOMAS, T. (ed.). Encyclopedia of Critical Psychology. New York: Springer, 2014. p. 1799-1802.

SÊGA, R. A. O conceito de representação social nas obras de Denise Jodelet e Serge Moscovici. Anos 90, Porto Alegre, v. 8, n. 13, 2000.

SILVA, M. O. da. A apresentação do mundo pela linguagem do jornalismo. 2004. 264 f. Tese (Doutorado em Linguística) – Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2004.

THOMAS, J. A. Eles vão morrer logo mais. Revista Veja, São Paulo, ano 48, n. 2407, p. 68-73, 2015.

ZYLBERSZTAJN, D. Conceitos gerais, evolução e apresentação do sistema agroindustrial. In: ZYLBERSZTAJN, D.; NEVES, M. F. (Org.). Economia e gestão dos negócios agroalimentares: indústria de alimentos, indústria de insumos, produção agropecuária, distribuição. São Paulo: Pioneira, 2000, cap. 1, p. 1-21.

ZYLBERSZTAJN, D. Estruturas de governança e coordenação do agribusiness: uma aplicação da nova economia das instituições. 1995. 239 f. Tese (Livre Docência) – Faculdade de Economia Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1995.

Capítulo II - Trajetória institucional comparada: instrumento de análise em estudos sobre sistemas agroindustriais e territórios produtivos rurais

BATALHA, M. O.; SILVA, A. L. da. Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificidades e correntes metodológicas. In: BATALHA, M. O. (Org.). Gestão Agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2007, p. 01-62.

BECKERT, J. The social order of markets. Cologne: Max Planck Institute for the Study of Societies, 2007.(Discussion Paper 7/15).

BOISIER, S. En busca del esquivo desarrollo regional: entre la caja negra y el proyecto político. Santiago: ILPES/DPPR, 1995.(Série Investigación. Doc 95/30).

BRAGA, Y. de C. F. Ação de proteção comparada do Estado Brasileiro para o agronegócio entre o início do século XX e o período recente. 2016, 137 f. Monografia. (Bacharel em Gestão de Agronegócios) – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

BRISOLA, M. V. Upgrading industrial na Argentina e no Brasil: uma análise histórica e comparada da relação entre o Estado e as associações empresariais industriais. 2013, 424 f. Tese. (Doutorado em Ciências Sociais) –Programa de Estudos Comparados sobre as Américas, Universidade de Brasília, Brasília, 2013.

BRISOLA, M. V.; BOTELHO FILHO, F. B. A dimensão do embeddedness na indústria do vinho: um estudo comparado entre Brasil e Chile. Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Brasília, v.4, n. 1, 2010.

BRISOLA, M. V.; ESPIRITO SANTO, E do. Panorama da cadeia produtiva da ovinocultura no Brasil. In: SIMPÓSIO MINEIRO DE OVINOCULTURA, 3., 2003, Lavras. Anais... Lavras: Suprema, 2003. p. 11-24. v. 1.

BRISOLA, M. V.; GUIMARÃES, M. C. Instituições, território e sistemas agroindustriais: uma proposta de análise histórico-comparativa. Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Brasília, v.9, n.1, p. 207-227, 2015.

CAMPBELL, J. L. The US financial crisis: lessons for theories of institutional complementarity. Socio-Economic Review, New York, v. 2, n. 9, p. 211-234, Jan. 2011.

DAVIS, J. H.; GOLDBERG, R. A. A concept of agribusiness. Boston: Harvard University, 1957.

FACHINETTO, J. D. Mudanças processuais no sistema de produção de bovinos de corte e o correspondente impacto ambiental: uma análise de trajetória. 2015, 118 f. Dissertação. (Mestrado em Agronegócio) – Programa de Pós-graduação em Agronegócios, Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

FARINA, E. M. M. Q. Competitividade e coordenação de sistemas agroindustriais: um ensaio conceitual. Revista Gestão e Produção, v. 6, n. 3, p. 147-161, Dez. 1999.

FERREIRA, A. B. de H. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. 3 ed. Curitiba: Positivo, 2004.

FLIGSTEIN, N.; DAUTER, L. The sociology of markets. Annual Review Sociology, v. 33, p. 106-128, 2007.

GRANOVETTER, M. S. Economic action and social structure: the problem of embeddedness. American Journal of Sociology, v. 91, n. 3, p. 481-510, 1985.

HOGDSON, G. M. Darwinism, causality and the social sciences. Journal of Economic Methodology, v. 11, n. 2, p. 175–194, jun. 2004.

HOGDSON, G. M. Evolutionary and institutional economics as the new mainstream? Evolutionary and Institutional Economics Review, v. 4, n. 1, p. 7–25, 2007.

IGAPORÁ. Rádio. Caetité: reunião do território sertão produtivo (mapa). Disponível em <http://radios.centermidia.com/igapora/2013/07/30/caetite-reuniao-do-territorio-sertao-produtivo-nesta-quinta-feira-1ode-agosto/>. Acesso em: 08 mar 2017.

LIMA, S. M. V. et al. La dimensión de entorno en la construcción de la sostenibilidad institucional.San José, Costa Rica: Proyecto ISNAR “Nuevo Paradigma”, 2001.(Série Innovación para la Sostenibilidad Institucional).

MAHONEY, J.; RUSCHEMEYER, D. Comparative-historical analysis: achievements and agendas. In: MAHONEY, J.; RUSCHEMEYER, D. (Ed.). Comparative-historical analysis in the social sciences. New York: Cambridge University Press, 2006. p. 3-38.

MAHONEY, J.; TERRIER P. L. Comparative-historical analysis in contemporary political science. In.: BOX-STEFFENSMEIER, J.; BRADYH. E.; COLLIER, D. (Ed.). The Oxford handbook of political methodology. Oxford: Oxford University Press, 2008. p. 737-755.

NEVES, M. F. Método para planejamento e gestão estratégica de sistemas agroindustriais (GESis). Revista de Administração, v.43, n.4, p.331-343, out./nov./dez. 2008.

PALECHOR, L. E. L. Análise histórico-comparativa da helicicultura na Colômbia. 2016. 114 f. Dissertação. (Mestrado em Agronegócios) – Programa de Pós-graduação em Agronegócios, Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

RAGIN, C. C. The comparative method: moving beyond qualitative and quantitative strategies. London: University of California Press, 1987.

RAGIN, C. C. Introduction: cases of ‘whats is a cases?’ In: RAGIN, C. C.; BECKER, H. S. (Ed.). Whats is a case?. New York: Cambridge University Press, 1992. p. 1-17.

SCHMIDT, V. A. Institutionalism. In.: HAY, C.; LISTER, M.; MARSH, D. H. (Ed.). The state: theories and issues, 2006. p. 98-117.

SCHMIDT, V. Discursive institutionalism: the explanatory power of ideas and discourse. Annual Review of Political Science, v. 11, p. 303-326, 2008.

SCHMIDT, V. Reconciling ideas and institutions through discursive institutionalism. In.: BÉLAND, D.; COX, R. H. (Ed.). Ideas and politics in social science research. New York: Oxford University Press, 2011. p. 47-64.

SCOTT, W. R.; CHRISTENSEN, S. M. The instititutional construction of organization: international and longitudinal studies. Los Angeles: SAGE Publications, 1995.

SMELSER, N. J.; SWEDBERG, R. Introducing economic sociology. In. SMELSER, N. J.; SWEDBERG, R. (Ed.).The handbook of economic sociology. 2th ed. New Jersey: Princeton University Press, 2005, p. 3-25.

SOUSA FILHO, H. M.; GUANZIROLI, C. E.; BUAINAIN, A. M. Metodologia para estudo das relações de mercado em sistemas agroindustriais. Brasília: IICA, 2008. Informe Técnico.

STREECK, W.; THELEN, K. Introduction: institutional change in advanced political economies. In: STREECK, W.; THELEN, K. (Ed.). Beyond continuity: institutional change in advanced political economies. Oxford: Oxford University Press, 2005. p. 1-39.

SWEDBERG, R. Sociologia econômica: hoje e amanhã. Tempo Social, São Paulo, v. 16, n. 2, p. 7-34, 2004.

SWEDBERG, R. Interest: concepts in the social sciences. Berkshire: Open University Press, 2005.

THELEN, K. Historical institucionalism in comparative politics. Annual Review of Political Science, v. 2, n.1, p. 369-404, 1999.

THELEN, K. How institutions evolve: the political economy of skills in Germany, Britain, the United States, and Japan. New York: Cambridge University Press, 2004.

WEBER, M. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. 4.ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2000. v. 1.

ZYLBERSZTAJN, D. Conceitos gerais, evolução e apresentação do sistema agroindustrial. In: ZYLBERSZTAJN, D.; NEVES, M.F. Economia e gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000.p. 01-22.

Capítulo III - Evolução dos estudos sobre competências gerenciais no contexto do agronegócio

ADEYEMO, A. A.; LONGE, M. P.; ALAKOSO, A. A. Value addition to human managerial skills in the livestock sector in Nigeria. Asian Journal of Agriculture and Rural Development, v. 4, n. 11, p. 510-514, 2014.

ALLAHYARI, M. S.; SABURI, M. S.; KESHAVARZ, F. Analyzing farm management skills in poultry production enterprises in Iran. Life Science Journal, v. 8, n. 1, p. 61-67, 2011.

ANTONELLO, C. S.; PANTOJA, M. J. Aprendizagem e o desenvolvimento de competências. In: PANTOJA,M. J.; M. CAMÕES,R. de S.; BERGUE, S. T. (Org.). Gestão de pessoas:bases teóricas e experiências no setor público. Brasília: ENAP, 2010.

ARENS, L.; PLUMEYER, C.; THEUVSEN, L. Determinants of the use of information: an empirical study of german pig farmers. International Food and Agribusiness Management Review, v. 15, n. 1, p. 51-72, 2012.

BOYATZIS, R. E. Competencies in the 21st century. Journal of Management Development, v. 27, n. 1, p. 5-12, 2008.

BRANDÃO, H. P. et al. Desenvolvimento e estrutura interna de uma escala de competências gerenciais. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 26, n. 1, p. 171-182, 2010.

BRANDÃO, H. P.; BORGES-ANDRADE, J. E. Causas e efeitos da expressão de competências no trabalho: para entender melhor a noção de competência. RAM - Revista de Administração Mackenzie, v. 8, n. 3, p. 32-49, 2007.

BRISOLA, M. V. Valores socioculturais fundamentais à criação e manutenção de alianças estratégicas na pecuária de corte: um estudo de caso. 2002. (Dissertação de Mestrado)–Faculdade Cenecista de Varginha, Varginha, 2002.

BYLES, S. et al. Continuing professional development and farm business performance. In: INTERNATIONAL FARM MANAGEMENT CONGRESS, 13., 2002, Wageningen. Anais...Wageningen: The Netherlands, 2002.

CARBONE, P. P. et al. Gestão por competências e gestão do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.

COOK, M. L. The role of management behavior in agricultural cooperatives. Journal of Agricultural Cooperation, v. 9, p. 42-58, 1994.

DENTONI, D. et al. Developing human capital for agri-food firms’ Multi-Stakeholder interactions. International Food and Agribusiness Management Review, v. 15, n. A, p. 61-68, 2012.

DENTONI, D.; ENGLISH, F. Dealing with cultural differences in publicprivate R&D projects: The experience of the Australian seafood sector. International Food and Agribusiness Management Review, v. 15, n. A, p. 1-7, 2012.

DOOLEY, L. B.; LUCA, E. The role of inter-organizational leadership in agri-food value chains. In:. EAAE SEMINAR SYSTEM DYNAMICS AND INNOVATION IN FOOD NETWORKS, 110., 2008,Innsbruck-Igls.Anais… Innsbruck-Igls, Áustria ustria: 2008.

ESTIVALETE, V. D. F. B.; LÖBLER, M. L.; PEDROZO, E. A. Repensando o processo de aprendizagem organizacional no agronegócio: um estudo de caso realizado numa cooperativa destaque em qualidade no RS. Revista de Administração Contemporânea - RAC, v. 10, n. 2, p. 157-178, 2006.

FERREIRA, M. B.; NAMI, M. R. P.; VILAS BOAS, A. A. Habilidades e competências dos administradores da Cooperativa Mista dos Produtores Rurais do Sudeste Goiano. In:.CONGRESSO DA SOBER, 44., 2006, Fortaleza.Anais...Brasília: SOBER, 2006.

FLEURY, A. C. C.; FLEURY, M. T. L. Estratégias empresariais e formação de competências: um quebra-cabeça caleidoscópico da indústria brasileira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

HOGAN, R.; KAISER, R. B. What we know about leadership. Review of General Psychology, v. 9, n. 2, p. 1-9, 2005.

JOHANSSON, H. How can farmer managerial capacity contribute to improved farm performance? A study of dairy farms in Sweden. In:. AMERICAN AGRICULTURAL ECONOMICS ASSOCIATION ANNUAL MEETING. 2007, Portland.Anais...Portland, OR: [s.n], 2007.

KAGANZI, E. et al. Sustaining linkages to high value markets through collective action in Uganda: the case of the nyabyumba potato farmers. CaPRi - Systemwide Program on Collective Action and Property Rights, n. 75, 2008.

KATZ, J. P. Managerial behavior and strategy choices in agribusiness cooperatives. Agribusiness, v. 13, n. 5, p. 483-495, 1997.

LINS, M. P. B. E.; BORGES-ANDRADE, J. E. Expressão de competências de liderança e aprendizagem no trabalho. Estudos de Psicologia, v. 19, n. 3, p. 157-238, 2014.

MARTENS, C.; MCLEAN, S. Agricultural leadership development: insights and experiences from canada. in:INTERNATIONAL FARM MANAGEMENT CONGRESS, 13., Wageningen. Anais...Wageningen: The Netherlands, 2002

MASSUQUETTI, A. A dinâmica da agricultura francesa: inovação, transformação e identidade social. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 48, n. 2, p. 331-356, 2010.

MING-XIA, T.; CHUN-XIN, Y.; YONG-PING, J. Study on training scheme for new farmers. Asian Agricutural Research, v. 4, n. 7, p. 58-61, 2012.

MIRANI, Z. D.; NAREJO, M. A.; KUMBHAR, M. I. Essential leadership competencies needed in agricultural occupations as indetified by agricultural leaders in District Hyderabad, Sindh. Pakistan Journal of Applied Sciences, v. 3, n. 1, p. 30-35, 2003.

NUTHALL, P. L. Managerial ability (the forgotten resource) its assessment and modification. In: ANNUAL CONFERENCE, AUSTRALIAN AGRICULTURAL AND RESOURCE ECONOMICS SOCIETY INC, 43., 1999, Christchurch. Anais...Christchurch, NZ: [s.n.], 1999.

NUTHALL, P. L. Psychometric testing for assessing farmer’s managerial ability (and modelling the origins of ability). In:. NEW ZEALAND AGRICULTURAL AND RESOURCE ECONOMICS SOCIETY CONFERENCE, 2006, Cantebury. Anais...Canterbury, NZ: [s.n.] 2006.

NUTHALL, P. Modelling the origins of managerial ability in agricultural production. The Australian Journal of Agricultural & Resource Economics, v. 53, n. 3, p. 413-436, 2009.

OSHODI, J. The psychology of paradoxes: knowledge sharing in order to minimize irrational and illogical behaviors in organizations and management. Perspectives of Innovation, Economics & Business, v. 9, n. 3, p. 57-60, 2011.

QUINN, R. E. et al. Competências gerenciais: a abordagem de valores concorrentes na gestão. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

PÁEZ, I. et al. Un estudio de casos sobre liderazgo transformacional y competencias directivas en el sector floricultor de Colombia. Revista EAN, n. 76, p. 20-43, 2014.

PICCHIAI, D. Competências organizacionais, gerenciais e individuais: conceitos e discussões no setor Público. Revista da Micro e Pequena Empresa, v. 4, n. 3, p. 73-89, 2010.

RAO, B. S. S. Human capital development for the management of F&A in India. International Food and Agribusiness Management Review, v. 15, n. A, p. 47-50, 2012.

RIKKONEN, P.; MÄKIJÄRVI, E.; YLÄTALO, M. Defining foresight activities and future strategies in farm management: empirical results from Finnish FADN farms. International Journal of Agricultural Management, v. 3, n. 1, p. 3–11, 2013.

ROUGOOR, C. W. et al. How to define and study farmers’ management capacity: theory and use in agricultural economics. Agricultural Economics, v. 18, p. 261-272, 1998.

SCHMITT, H. B. Modelo da Avaliação de Desempenho de operadores logísticos no setor agrícola de cargas a granel. 2002. 158f. (Dissertação de Mestrado)–Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2002.

VIEIRA FILHO, J. E. R.; SILVEIRA, J. M. F. J. DA. Mudança tecnológica na agricultura: uma revisão crítica da literatura e o papel das economias de aprendizado. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 50, n. 4, p. 721-742, 2012.

VUKELIĆ, N.; RODIĆ, V. Farmers ’ management capacities as a success factor in agriculture: a review. Economics of Agriculture, v. 61, n. 3, p. 805-814, 2014.

WADDOCK, S. More than coping: thriving in a world of wicked problems. International Food and Agribusiness Management Review, v. 15, n. B, p. 127-132, 2012.

WEBSTER, J.; WATSON, R. T. Analyzing the past to prepare for the future: writing a literature review. MIS Quarterly, v. 26, n. 2, p. xiii-xxiii, 2002.

YUKL, G.; LEPSINGER, R. Why integrating the leading and managing roles is essential for organizational effectiveness. Organizational Dynamics, v. 34, n. 4, p. 361-375, 2005.

Capítulo IV - Agricultura orgânica e agronegócio: análise e impactos de tecnologias sustentáveis

ALBERGONI, L; PELAEZ, V. Da revolução verde à agrobiotecnologia: ruptura ou continuidade de paradigmas? Revista de Economia, v. 33, n.1, p. 31-53, 2007.

ALTIERI, M. Agroecologia: a dinâmica produtiva da Agricultura Sustentável. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004.

ALTIERI M.A., SILVA E. N., NICHOLLS C.I. O papel da biodiversidade no manejo de pragas. São Paulo: Holos, 2003.

ALVES, A. C. O. et al. Agricultura orgânica no Brasil: sua trajetória para a certificação compulsória. Revista Brasileira de Agroecologia, v. 7, n. 2, p. 19-27, 2012.

ANGEOLETTO, F. et al. Associação Ecovida de Certificação Participativa recebe auditoria para manutenção de credenciamento. 2012. Disponível em: <http://www.ecovida.org.br/category/a-rede/certificacao/>. Acesso em: 02 jun. 2013.

ARMANDO, M. S. Agrodiversidade: ferramenta para uma agricultura sustentável. Brasília: EMBRAPA Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2002. Disponível em: <http://www.cenargen.embrapa.br/publica/trabalhos/doc075.pdf> Acesso em: 03 mar. 2017

AROEIRA, L. J. M. et al. Caracterização da produção orgânica de leite em algumas regiões do Brasil . In: REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE PRODUÇÃO ANIMAL, 19., 2005, Tampico. Anais... Tampico: ALPA, 2005.

AROEIRA, L. J. M. et al. Viabilidade da produção orgânica de leite no Brasil In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 43., João Pessoa, 2006. Anais... João Pessoa: SBZ, 2006.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PANTANAL ORG NICO. Fazendas orgânicas certificadas. 2012. Disponível em: <http://abpopantanalorganico.com.br/pt/fazendas>. Acesso em: 9 jun. 2015.

ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTURA NATURAL DE CAMPINAS E REGIÃO. 2012. Formulários de acompanhamento de produtores associados - Sistemas Participativos de Garantia (SPG), 2012.Disponível em: . Acesso em: 25 mai. 2015.

BADUE, A.F.B. Inserção de hortaliças e frutas orgânicas na merenda escolar: as potencialidades da participação e as representações sociais de agricultores de Parelheiros, São Paulo. 2007. 265 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.

BODDEY, R.M.; SÁ, J.C.D.M.; ALVES, B.J.R.; URQUIAGA, S. The contribution of biological nitrogen fixation for sustainable agricultural systems in the tropics. Soil Biology and Biochemistry, v. 29, p.787-799, 1997.

BRANDENBURG, A. Movimento agroecológico: trajetória, contradições e perspectivas. Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 6, p. 11-28, jul./dez. 2002.

BRASIL. Lei n. 10.831, de 23 de dezembro de 2003. Dispõe sobre a agricultura orgânica e dá outras providências.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 24 dez. 2003. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003L10.831.htm> Acesso em: 21 abr. 2015.

BRASIL. Decreto n. 6.323, de 27 de dezembro de 2007. Regulamenta a Lei n. 10.831, de 23 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a agricultura orgânica, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 28 dez. 2007. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6323.htm> Acesso em: 22 abr. 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 19, de 28 de maio de 2009. Estabelece os mecanismos de controle e informação da qualidade orgânica. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/legislacao/

portugues> Acesso em: 26 abr. 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Desenvolvimento sustentável. 2015. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/desenvolvimento-sustentavel/organicos/o-queeagricultura-organica> Acesso em: 30 nov. 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 5, de 10 de março de 2016. Estabelece as regras sobre definições, classificação, especificações e garantias, tolerâncias, registro, embalagem, rotulagem e propaganda dos remineralizadores e substratos para plantas, destinados à agricultura. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/legislacao/portugues>Acesso em: 26 abr. 2016.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.Cadastro nacional de produtores orgânicos. 2017a. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/cadastro-nacionalprodutores-organicos>. Acesso em: 09 jul. 2017.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. PPA Data. 2017b. Disponível em: <https://aplicacoes.mds.gov.br/sagi/paa/visi_paa_geral/pg_principal.php?url=abertura>. Acesso em: 09 jul. 2017.

BUAINAIN, A. M.; BATALHA, M. O. (Org.). Cadeia produtiva de produtos orgânicos. Brasília: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Secretaria de Política Agrícola (SPA); Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), 2007. (Série Agronegócios, v. 5).

CALEMAN, S. M. Q. et al. Organic beef in Brazil:consumer profile and marketing strategies. In: ANNUAL WORLD FOOD AND AGRIBUSINESS FORUM, SYMPOSIUM AND CASE CONFERENCE,

, 2005, Chicago.Anais… Chicago/USA: WFA, 2005.

CAMPANHOLA, C. et al. A agricultura orgânica e seu potencial para o pequeno agricultor. Cadernos de Ciência & Tecnologia, v.18, n.3, p.69- 101, set./dez., 2001.

CAMPOS, M. B. N. Impactos sociais, ambientais e econômicos da conversão para a produção orgânica: o caso dos produtores de leite da bacia do Rio Paraná III. 2016. 175 f. Dissertação (Mestrado em Agronegócios) – Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

CARMO, M. S.; MAGALHAES, M. M. Agricultura sustentável: avaliação da eficiência técnica e econômica de atividades agropecuárias selecionadas no sistema não convencional de produção. Informações Econômicas, v.29, n.7, p.7-98, jul.1999.

CEASA-DF. Boletim Hortigranjeiro. 2015. Disponível em: <http://www.ceasa.gov.br/dados/publicacao/Boletim_Hortigranjeiro_Junho_2015.pdf>. Acesso em: 31 out. 2017.

COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Evolução das aquisições de produtos orgânicos do PAA, de 2009 a 2014. 2015. Disponível em: . Acesso em: 03 jun. 2017.

CONTI, I. L., SCHROEDER, E. O. Convivência com o semiárido brasileiro: autonomia e protagonismo social. Brasília: IABS, 2013.

COSTA, M. B. B. A história da agricultura orgânica brasileira. 2012. Disponível em: <http://www.portalorganico.com.br/artigo/38/a-historiada-agricultura-organica-brasileira---capitulo-1>. Acesso em: 21 abr. 2015.

DAROLT, M. R. O papel do consumidor no mercado de produtos orgânicos. Agroecologia Hoje, ano 2, n. 7, p. 8-9, 2001.

EHLERS, E. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. São Paulo: Livros da Terra, 1996.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Portfólio de projetos em sistemas de produção de base ecológica, 2012. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2016.

ESPINDOLA, J. A. A. et al. Adubação verde com leguminosas. Brasília: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2004.

FEIDEN, A. Agroecologia: introdução de conceitos. In: AQUINO. A. M. (Ed.). Princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília: EMBRAPA Informações Tecnológicas, 2005.

FEIDEN, A.; BORSATO, A. V. Como eu começo a mudar para sistemas agroecológicos? Corumbá: EMBRAPA Pantanal, 2011.

FIGUEIREDO, E. A. P.; SOARES, J. P. G. Sistemas orgânicos de produção animal: dimensões técnicas e econômicas. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 49., Brasília.Anais... Brasília: SBZ, 2012.

FONSECA, M. F. A. C. Cenário da produção e da comercialização dos alimentos orgânico. In: FERNANDES, E.N.; BRESSAN, M.; VILELA, D. (Ed.) Produção orgânica de leite no Brasil. Juiz de Fora: EMBRAPA Gado de Leite, 2001.

FUKUSHI, Y. K. M. Consorciação de abobrinha italiana e repolho: plantas espontâneas, artrópodes associados e viabilidade econômica do sistema. 2016. 100 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2001.

GUZMÁN MUÑOZ, C. M. Impactos socioeconômicos e ambientais da tecnologia social de produção agroecológica integrada e sustentável (PAIS) em unidades familiares no Distrito Federal. 2015. 139 f. Dissertação (Mestrado em Agronegócios) –Programa de Pós-graduação em Agronegócios,

Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

HENZ, G. P.; ALC NTARA, F. A.; RESENDE, F. V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a EMBRAPA responde. Brasília: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2007.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo Agropecuário 2006. Rio de Janeiro: IBGE, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 set. 2016.

INTERNACIONAL FEDERATION OF ORGANIC AGRICULTURE MOVEMENTS. Definition of organic agriculture: brief history of defining organic agriculture for the world. 2014. Disponível em: <http://infohub.ifoam.bio/en/what-organic/definition-organic-agriculture>. Acesso em: 26 abr. 2015.

KATHOUNIAN, C. A. O ecossistema como modelo produtivo do pequeno agricultor. Cadernos técnicos da Escola de Veterinária da UFMG. n. 22, p. 71-88, 1998.

KHATOUNIAN, C. A.: A reconstrução ecológica da agricultura. Botucatu: Agroecológica, 2001.

KISS, J. O desafio de ser grande.Globo Rural, São Paulo, n. 284, p. 3442, 2009.

KLEDAL, P. R. The four food systems in developing countries and the challenges of modern supply chain inclusion for organic small-holders. Paper for the International Rural network Conference in India. 2009

MAZOYER, M; ROUDART, L. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. São Paulo: Editora UNESP; Brasília: NEAD, 2010.

MONTEZANO, E. M.; PEIL, R. M. N. Sistemas de consórcio na produção de hortaliças. Revista Brasileira de Agrociência. v. 12, n. 2, p. 129-132, abr./jun., 2006.

NEVES, D. A. L. Escolhas estratégicas para produção de carne bovina orgânica no Brasil. 2012. 127 f. Dissertação (Mestrado em Agronegócios) – Universidade de Brasília, Brasília, 2012.

DE OLIVEIRA, P. A. V. Manual de manejo e utilização de dejetos de suínos. Concórdia: EMBRAPA Suínos e Aves. 1993.

OLIVEIRA, R. A. et al. Produção orgânica de citros no Rio Grande do Sul. Pelotas: EMBRAPA Clima Temperado, 2011.

OLIVEIRA, A. S.; ALMEIDA JÚNIOR, J. F.Proposta de um produto alimentício orgânico e avaliação comparativa de sua aceitação e preferência sensorial. In: ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 12., São José dos Campos. Anais… São José dos Campos: Universidade do Vale do Paraíba, 2008.

ORMOND J.G.P. et al. Agricultura orgânica: quando o passado é futuro. Rio de Janeiro: BNDES Setorial, 2002.

PENTEADO, S. R. Cultivo orgânico de tomate.Viçosa: UFV, 2004.

PERIN, A. et al. Produção de fitomassa, acúmulo de nutrientes e fixação biológica de nitrogênio por adubos verdes em cultivo isolado e consorciado. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 39, n. 1, p. 35-40, 2004.

PORTAL ORG NICO. Selo de conformidade do SisOrg. 2011. Disponível em: <http://www.portalorganico.com.br/sub/40/selo_organico>. Acesso em: 11 abr. 2011.

RODRIGUES, G. S.; CAMPANHOLA, C.; KITAMURA, P. C. Avaliação de impacto ambiental da inovação tecnológica agropecuária: AMBITEC-AGRO.Jaguariúna: EMBRAPA, 2003. (Documentos, 34).

RODRIGUES, G. S. Avaliação de impactos socioambientais de tecnologias na EMBRAPA. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente, 2015. (Documentos, 99).

RUSSO, R.O.; BOTERO, R.B. Utilización de árboles y arbustos fijadores de nitrógeno en sistemas sostenibles de producción animal en suelos ácidos tropicales. In: RUSSO, R.O; BOTERO, R.B. Producción de leche y carne en el trópico cálido: una realidad eficiente en el año 2001. Antioquia, Colombia: La Imprenta, 2001.

SAHOTA, A. The global market for organic food & drink. In: WILLER, H.; LERNOUD, J. (Ed.). The world of organic agriculture: statistics and emerging trends 2015. Switzerland: FiBL e Bonn: IFOAM, 2015. p. 120-123.

SILVA, C. A. R. da. Efeito do cultivo consorciado na produtividade do repolho, viabilidade econômica do sistema e manejo de pragas. 2013. 113 f. Dissertação de Mestrado (Mestrado em Agronomia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2013.

SOARES, J. P. G. et al. Produção orgânica de leite: desafios e perspectivas. In: III SIMPÓSIO NACIONAL DE BOVINOCULTURA DE LEITE, 3., 2011, Viçosa. Anais... Viçosa: UFV, 2011.

SOUZA, J. L.; RESENDE, P. Manual de horticultura orgânica. 2. ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2006.

TELLES, C. C. Viabilidade técnica e econômica do cultivo de alface em consórcio com hortaliças tradicionais. 2016. 80 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

VIEIRA, C. O feijão em cultivos consorciados. Viçosa: UFV, 1989.

VILELA, N. J. Situação das safras de hortaliças no Brasil nos anos 2000-2011. Brasília: EMBRAPA Hortaliças, 2012.

VOGT, G. Entstehung und Entwicklung des ökologischen Landbaus im deutschsprachigen Raum. Bad Dürkheim: Stiftung Ökologie und Landbau (SÖL), 1999.

WILLER, H.; LERNOUD, J. (Ed.).The world of organic agriculture: statistics and emerging trends 2015. Switzerland: FiBL e Bonn: IFOAM, 2015.

Capítulo V - Mercados como práticas e novas possibilidades de análise para o agronegócio

ARAUJO, L.; KJELLBERG, H. Enacting novel agencements: the case of frequent flyer schemes in the US airline industry (1981–1991). Consumption Markets & Culture, v.19, n.1, p. 92-110, 2016.

ARAUJO, L.; KJELLBERG, H. Forming cognitions by investing in a form: Frequent Flyer programs in US air travel post-deregulation (1981–1991). Industrial Marketing Management, v.48, p. 68-78, 2015.

ARAUJO, L. Markets, market-making and marketing. Marketing theory, v.7, n.3, p. 211-226, 2007.

AZIMONT, F.; ARAUJO, L. Category reviews as market-shaping events. Industrial Marketing Management, v.36, n.7, p. 849-860, 2007.

BECKERT, J.; WEHINGER, F. In the shadow: illegal markets and economic sociology. Socio-Economic Review, v. 11, n. 1, p. 5-30, 2013.

CALLON, M. An essay on framing and overflowing: economic externalities revisited by sociology. The Sociological Review, v.46, n.S1, p. 244-269, 1998.

CALLON, Michel. Why virtualism paves the way to political impotence: a reply to Daniel Miller’s critique of The Laws of the Markets’. Economic sociology: European electronic newsletter, v. 6, n. 2, p. 3-20, 2005.

CALLON, M. What does it mean to say that economics is performative. In MACKENZIE, D.; MUNIESA, F.; SIU, L. Do economists make markets? On the performativity of economics. Pricenton: Princenton University Press, p. 311-357, 2007.

D’ANTONE, S.; SPENCER, R.Organizing for sustainable palm oil consumption: a market-based approach. Consumption Markets & Culture, v. 18, n. 1, p. 55-71, 2015.

DELMESTRI, G.; GREENWOOD, R. How Cinderella became a queen: theorizing radical status change. Administrative Science Quarterly, v. 61, n. 4, p. 1-44, 2016.

DOGANOVA, L.; KARNØE, P. Building markets for clean technologies: controversies, environmental concerns and economic worth. Industrial Marketing Management, v. 44, p. 22-31, 2015.

EUCLIDES FILHO, K. Supply chain approach to sustainable beef production from a Brazilian perspective. Livestock Production Science, v. 90, n. 1, p. 53-61, 2004.

GEIGER, S.; KJELLBERG, H.; SPENCER, R. Shaping exchanges, building markets. Consumption Markets & Culture, v. 15, n. 2, p. 133-147, 2012.

GOPALDAS, A. Marketplace sentiments. Journal of Consumer Research, v. 41, n. 4, p. 995-1014, 2014.

GRANOVETTER, M. Economic action and social structure: The problem of embeddedness. American journal of sociology, v. 91, n. 3, p. 481-510, 1985.

HAGBERG, J.; KJELLBERG, H. How much is it? Price representation practices in retail markets. Marketing Theory, v. 15, n. 2, p. 179-199, 2015.

HAGBERG, J. Agencing practices: a historical exploration of shopping bags. Consumption Markets & Culture, v. 19, n. 1, p. 111-132, 2016.

HARRISON, D.; KJELLBERG, H. How users shape markets. Marketing Theory, v. 16, n. 4, p. 445-468, 2016.

HELGESSON, C. F.; KJELLBERG, H. Introduction: values and valuations in market practice. Journal of Cultural Economy, v. 6, n. 4, p. 361-369, 2013.

HELGESSON, C. F.; MUNIESA, F. For what it’s worth: an introduction to valuation studies. Valuation Studies, v. 1, n. 1, p. 1-10, 2013.

ILBERY, B. W. Farm diversification as an adjustment strategy on the urban fringe of the West Midlands. Journal of Rural Studies, v. 7, n. 3, p. 207-218, 1991.

KJELLBERG, H.; HELGESSON, C. F. Multiple versions of markets: multiplicity and performativity in market practice. Industrial Marketing Management, v. 35, n. 7, p. 839-855, 2006.

KJELLBERG, H.; HELGESSON, C. F. On the nature of markets and their practices. Marketing theory, v. 7, n. 2, p. 137-162, 2007.

KJELLBERG, H.; AZIMONT, F.; REID, E. Market innovation processes: balancing stability and change. Industrial Marketing Management, v. 44, p. 4-12, 2015.

KJELLBERG, H.; OLSON, D. Joint markets how adjacent markets influence the formation of regulated markets. Marketing Theory, v. 17, n. 1, p. 95-123, 2016.

LATOUR, B. The power of association. In: LAW, J. (Ed.).Power, action and belief: anew sociology of knowledge?, Keele: Routledge & Kegan Paul, 1986.p. 261-277. (Sociological Review Monograph, 32).

LEDENEVA, A. V. How Russia really works: the informal practices that shaped post-soviet politics and business. Ythaca: Cornell University Press, 2006.

MACKENZIE, D. An equation and its worlds bricolage, exemplars, disunity and performativity in financial economics. Social Studies of Science, v. 33, n. 6, p. 831-868, 2003.

MACKENZIE, D. A.; MUNIESA, F.; SIU, L. Do economists make markets?: on the performativity of economics. Princeton: Princeton University Press, 2007.

MELE, C.; PELS, J.; STORBACKA, K. A holistic market conceptualization. Journal of the Academy of Marketing Science, v. 43, n. 1, p. 100-114, 2015.

NENONEN, S. et al. A new perspective on market dynamics: Market plasticity and the stability–fluidity dialectics. Marketing Theory, v. 14, n. 3, p. 269-289, 2014.

ONYAS, W. I.; RYAN, A.Exploring the brand’s world-as-assemblage: the brand as a market shaping device. Journal of Marketing Management, v. 31, n. 1-2, p. 141-166, 2015.

ROSCOE, P.; TOWNLEY, B. Unsettling issues: valuing public goods and the production of matters of concern. Journal of Cultural Economy, v. 9, n. 2, p. 121-126, 2016.

SCHMALENSEE, R. Inter-industry studies of structure and performance. In: ARMSTRONG, M.; PORTER, R. (Ed.). Handbook of industrial organization. [S.l.: s.n]. 1989.p. 951-1009. v. 2

STIGLER, G. J.; SHERWIN, R. A. The extent of the market. The Journal of Law and Economics, v. 28, n. 3, p. 555-585, 1985.

SOLÉR, C.; BAEZA, J.; SVÄRD, C. Construction of silence on issues of sustainability through branding in the fashion market. Journal of Marketing Management, v. 31, n. 1-2, p. 219-246, 2015.

ULKUNIEMI, P.; ARAUJO, L.; TÄHTINEN, J. Purchasing as marketshaping: the case of component-based software engineering. Industrial Marketing Management, v. 44, p. 54-62, 2015.

Capítulo VI - Princípios e emprego da análise de risco na segurança dos alimentos

ABIYEV, R. H. et al. Assessment of food security risk level using type 2 fuzzy system. Procedia Computer Science, v. 102, p. 547-554, 2016.

ATTREY, D. P. Role of risk analysis and risk communication in food safety management. In:DUDEJA, P.; GUPTA, R.; MINHAS, A. S. (Ed.). Food safety in the 21st century: public health perspective. [S.l.]:

Academic Press, 2017.chaper 5.

BARLOW, Susan M.; BOOBIS, Alan R.; BRIDGES, Jim; COCKBURN, Andrew; DEKANT, Wolfgang; HEPBURN, Paul; HOUBEN, Geert F.; KÖNIG, Jürgen; NAUTA, Maarten J.; SCHUERMANS, Jeroen;

BÁNÁTI, Diána. The role of hazard- and risk-based approaches in ensuring food safety. Trends in Food Science & Technology, v. 46, n. 2, Part A, p. 176-188, 2015.

BERNSTEIN, P. L. Desafio AOSD: a fascinante história do risco. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

BORATYNSKA, K.; HUSEYNOV, R. T. An innovative approach to food security policy in developing countries. Journal of Innovation & Knowledge, v. 2, p. 39-44, 2017.

CODEX ALIMENTARIUS. Guidelines for risk analysis of foodborne antimicrobial resistance CAC/GL 77 – 2011. 2011. Disponível em: <http://www.fao.org/fao-who-codexalimentarius/shproxy/ar/?lnk=1&url=https%253A%252F%252Fworkspace.fao.org%252Fsites%252Fcodex%252FStandards%252FCAC%2BGL%2B77-2011%252FCXG_077e.pdf>. Acesso em: 07 mar. 2017.

COVELLO, V.; MUMPOWER, J. Risk analysis and risk management: an historical perspective. Risk Analysis, New York, v. 5, n. 2, p. 103-120, 1985.

DUBUGRAS, M. T. B.; PÉREZ-GUTIÉRREZ, E. Perspectiva sobre a análise de risco na segurança dos alimentos: curso de sensibilização. Rio de Janeiro: Área de Vigilância Sanitária, Prevenção e Controle de Doenças - OPAS/OMS, 2008.

DUBUGRAS, M. T. B.; PÉREZ-GUTIÉRREZ, E. Revisão sistemática como ferramenta da avaliação de riscos microbiológicos. Rio de Janeiro: Área de Vigilância Sanitária, Prevenção e Controle de Doenças - OPAS/OMS, 2009.

FAO/WHO. Application of risk analysis to food standard issues.Geneve, Switzerland. Rome: FAO/WHO, 1995. Disponível em: <http://www.fao.org/docrep/008/ae922e/ae922e00.htm>. Acesso em: 07 mar. 2017.

FAO/WHO. Principles and guidelines for the conduct of microbiological risk assessment. CAC/GL 21 - 1997. Report of a Joint FAO/WHO Consultation. 1997a. Disponível em: <http://www.fao.org/docrep/005/y1579e/y1579e05.htm>. Acesso em: 07 mar. 2017.

FAO/WHO. Risk management and food safety. Report of a Joint FAO/WHO Consultation. Rome, Italy: FAO, 1997b. Disponível em: <http://www.fao.org/3/a-w4982e.pdf>. Acesso em: 07 mar. 2017.

FAO/WHO. Food safety risk analysis: a guide for national food safety authorities.Rome, I: FAO, 2006. (FAO. Food and Nutrition Paper, 87). Disponível em: <http://www.fao.org/3/a-a0822e.pdf>. Acesso em: 07 mar. 2017.

FIGUEIREDO, A. V. de A.; MIRANDA, M. S. Análise de risco aplicada aos alimentos no Brasil: perspectivas e desafios. Revista Ciência & Saúde Coletiva (versão Online),Rio de Janeiro, v.16, n.4. 2011. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232011000400024>. Acesso em: 07 mar. 2017.

GUILLIER, L. Predictive microbiology models and operational readiness. Procedia Food Science, v. 7, p. 133 -136, 2016.

JACXSENS, L.; UYTTENDAELE, M.; MEULENAER, B. de. Challenges in risk assessment: quantitative risk assessment. Procedia Food Science, v. 6, p. 23-30, 2016.

KAPLAN, S.; GARRIK, B. J. On the quantitative definition of risk. Risk Analysis, New York, v. 1, n. 1, p. 11-27, 1981.

KELLY, P. M. Microbiology risk analysis of milk and milk products in international trade. Farm & Food, v. 7, n. 2, p. 23-28, 1997.

LAMMERDING, A.M. An overview of microbial food safety risk assessment. Journal of Food Protection, v. 60, n. 11, p. 1420-1425, 1997.

LAMMERDING, A. M.; FAZIL, A. Hazard identification and exposure assessment for microbial food safety risk assessment. International Journal of Food Microbiology, v. 58, p.147–157, 2000.

LOVELL, D. P. Risk Assessment of Chemicals. In: ANDERSON, D.; CONNING, D. M. (Ed.). Experimental toxicology: the basic issues. 2. ed. Cambridge: Royal Society of Chemistry, 1993. cap. 19, p. 442-463.

MOLAK, V. Fundamentals of risk analysis and risk management. Lewis Publishers: Boston, 1997.

MORTIMORE, S.; WALLACE, C. HACCP: apractical approach.3th. New York: Springer, 2013.

HOORNSTRA, E; NOTERMANS, S. Quantitative microbiological risk assessment, International Journal of Food Microbiology, v. 66, n. 1–2, Pages 21-29, 2001.

PROAG, Satya-Lekh; PROAG, V. A framework for risk assessment. Procedia Economics and Financev, v.18, p. 206-213, 2014.

REIJ, M. W.; SCHOTHORST, M. van. Critical notes on microbiological risk assessment of food. Brazilian Journal of Microbiology, v. 31, p. 1-8, 2000. Disponível em:<http://dx.doi.org/10.1590/S1517-83822000000100002>. Acesso em: 10 mar. 2017.

ROQUE-SPECHT, V. F.; CASTRO, J. E. E., FIOD NETO, M. Análisis de riesgos en la seguridad alimentaria: una revisión. Alimentaria: Revista de Tecnología e Higiene de los Alimentos, n. 364, p. 62-67, 2005.

ROQUE-SPECHT, V. F.; CASTRO, J. E. E., FIOD NETO, M. Avaliação de risco quantitativa como uma ferramenta para a caracterização da segurança microbiológica de alimento. GEPROS. Gestão da Produção, Operações e Sistemas, ano 2, v.4, p. 37-48, 2007.

STEINHAUSEROVA, I.; BORILOVA, G. New trends towards more effective food safety control. Procedia Food Science, v.5, p. 274-277, 2015.

UNNEVEHR, L.; HOFFMANN, V. Food safety management and regulation: International experiences and lessons for China. Journal of Integrative Agriculture, v.14, n.11, p. 2218-2230, 2015.

UYTTENDAELE, M.; BOECK, E. ; JACXSENS, L. Challenges in food safety as part of food security: lessons learnt on food safety in a globalized world. Procedia Food Science, v. 6, p. 16-22, 2016.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Risk assessment and its role in risk analysis. In: WORLD HEALTH ORGANIZATION.Principles and methods for the risk assessment of chemicals in food (Environmental Health Criteria 240). Geneva: WHO Press, 2009a. chapter 2. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc240_index.htm>. Acesso em: 07 mar. 2017.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Dose-response assessment and derivation of health-based guidance values. In: WORLD HEALTH ORGANIZATION. Principles and methods for the risk assessment of chemicals in food (Environmental Health Criteria 240).Geneva:WHO Press, 2009b. chapter 5. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc240_index.htm>. Acesso em: 07 mar. 2017.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Risk characterization. In: WORLD HEALTH ORGANIZATION.Principles and methods for the risk assessment of chemicals in food (Environmental Health Criteria 240). Geneva: WHO Press, 2009c. chapter 7. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc240_index.htm>. Acesso em: 07 mar. 2017.

ZWIETERING, M. H. Risk assessment and risk management for safe foods: assessment needs inclusion of variability and uncertainty, management needs discrete. International Journal of Food Microbiology, v. 213, p. 118-123, 2015.

Capítulo VII - Caracterização de consumidores e atributos de mercado da cadeia produtiva de hortaliças orgânicas no Distrito Federal e entorno

ARAÚJO, M. R. M. Responsabilidade social e a satisfação do consumidor: um estudo de caso. 2006. 192 f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Programas de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Pará, Belém, 2006.

BUAINAIN, A. M.; BATALHA, M. O. (Coord.).Cadeia produtiva de produtos orgânicos. Brasília: IICA; MAPA/SPA, 2007. (Série Agronegócios, 5).

BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego. Evolução do salário mínimo - Legislação, 2011.Disponível em: <http://portal.mte.gov.br/sal_min/>. Acesso em: 05 jan. 2012.

BRASIL. Ministério da Agricultura. Mercado brasileiro de orgânicos deve movimentar R$ 2,5 bi em 2016. 2015. Disponível em:<http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2015/09/mercado-brasileirodeorganicos-deve-movimentar-rs-2-bi-em-2016>. Acesso em: 09 ago. 2016.

CAMPANHOLA, C; VALARINI, P. J. A agricultura orgânica e seu potencial para o pequeno agricultor. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília: v.18, n.3, p.69-101,set./dez. 2001.

CERVEIRA, R.; CASTRO, M. C. Consumidores de produtos orgânicos da cidade de São Paulo:características de padrão de consumo. Informações Econômicas, São Paulo, v.29, n.12, p.7-20, 1999.

CERVO, A. L. Metodologia científica. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

CHOUDHURY, M. M; COSTA, T. S. Mercado e produção de hortaliças orgânicas. Petrolina: EMBRAPA Semiárido, 2003.

GREENWOOD, E. Metodología de la investigación social.Buenos Aires: Piados,1973.

GUIVANT, J. S. Parâmetros teóricos para a análise da difusão e adoção de uma agricultura sustentável.In: VIEIRA, P. F; MAIMON, E. D. (Org.). As ciências sociais e a questão ambiental: rumo à interdisciplinaridade. Belém: Aped Editora/Naea, 1993.

GUIVANT, J. S. Reflexividade na sociedade de risco: conflitos entre leigos e peritos sobre os agrotóxicos. In: HERCULANO, S. (Org.).Qualidade de vida e riscos ambientais.Niterói : Editora da UFF, 2000. p. 281-303.

HENZ, G. P; ALC NTARA, F. A; RESENDE, F. V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: EMBRAPA Informação Tecnológica 2007.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Produção Agrícola Municipal (PAM), Rio de Janeiro: 2008. Disponível em: <http://www.sidra.ibge.gov.br>. Acesso em:03 mar. 2012.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, 2008. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>. Acesso em: 31 jul.2011.

IPARDES. O mercado de orgânicos no Paraná: caracterização e tendências. Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social e Instituto Agronômico do Paraná, Curitiba: IPARDES, 2007.

JOHNSON, L; LEARNED, A. Por que as mulheres compram?.São Paulo: Futura, 2005.

KARSAKLIAN, E. Comportamento do consumidor. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

KOTLER, P; KARTAJAYA, H; SETIAWAN, I. Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

LIMA, B.Alimentos orgânicos movimentam R$ 30 milhões na economia do DF. Brasília: Correio Braziliense, Brasília, 06 maio 2016. Cidades. Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/05/06/interna_cidadesdf,530614/alimentosorganicos-movimentam-r-30-milhoes-na-economia-do-df.shtml>. Acesso em: 18 out. 2016.

MALUF, R.; WILKINSON, J. Projeto “Ações de suporte ao Pronaf ”:agroindústria na área de informações e gerenciamento de mercado:relatório parcial. Rio de Janeiro: CPDA/UFRRJ, 1999.

MOURA, L. R. C. et al. Um estudo sobre o comportamento dos consumidores de produtos orgânicos. In:SEMINÁRIOS EM ADMINISTRAÇÃO, 8.,São Paulo. Anais...São Paulo: FEA/USP, 2010.

NAVARRO, A. C. G. Produção e consumo de alimentos orgânicos em Londrina. 2011. 193f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) – Departamento de Administração do Centro de Estudos Sociais de Londrina, Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2011.

ROWLEY, I; TASHIRO, H. Japan: design for the elderly. Business Week, 6 de maio de 2008.

SATO, G. S; MARTINS, V. A; BUENO, C. R. F. Análise exploratória do perfil do consumidor de minimamente processados na cidade de São Paulo. In: SEMINÁRIO ABAR SUL, 3., Curitiba. Anais… Lavras: ABAR, 2006.

SEBRAE. SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA. Hortaliças minimamente processadas -estudos de mercado SEBRAE/ESPM. [S.l.: s.n.] 2008. (Série Mercado). Relatório completo.

SEBRAE. SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO DA MICRO E PEQUENA EMPRESA. O mercado para os produtos orgânicos está aquecido. 2015. Disponível em: <https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-mercado-para-os-produtos-organicos-esta-aquecido,5f48897d3f94e410VgnVCM1000003b74010aRCRD>. Acesso em: 18 out. 2016.

SILVA, A. S. et al. Comportamento dos consumidores de alimentos orgânicos: participantes doXII Simpósio de Agronomia da UFRPe In:JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFRPE. Resumos... [S.l.]: UFRPE, 2009. Disponível em: <http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/r0492-1.pdf>. Acesso em: 20 set. 2016.

SOUZA, A. M. D. Práticas organizacionais frente ao consumo de substâncias psicoativas: um estudo de caso em indústria de Vitória da Conquista.2005. 89f. Dissertação (Mestrado em Administração)

– Programa dePós-Graduação em Administração, Faculdade de Administração da Universidade Federal da Bahia,Salvador, 2005.

WILKINSON, J. O futuro do sistema agroalimentar. São Paulo: Hucitec, 1989.

Capítulo VIII - Uma parte importante do movimento slow food: como as cafeterias de cafés especiais encontraram seu espaço entre o tradicional e o moderno

BARRATT, M.; CHOI, T. Y.; LI, M. Qualitative case studies in operations management: Trends, research outcomes, and future research implications. Journal of Operations Management, v. 29, n. 4, p. 329–342, maio 2011.

BOMMEL, K. V.; SPICER, A. Hail the snail : hegemonic struggles in the slow food movement. Organization Studies, v. 32, n. 12, p. 1717–1744, 2011.

CANEVER, M. D.; TRIJP, H. C. M. VAN; BEERS, G. The emergent demand chain management: key features and illustration from the beef business. Supply Chain Management: An International Journal, v. 13, n. 2, p. 104–115, 2008.

CARVALHO, J.M.; PAIVA, E. L.; VIEIRA, L. M.”Quality attributes of a high specification product”, British Food Journal, v. 118, Iss 1, p. 132-149, 2016.

CATTANEO, O.; GEREFFI, G.; STARITZ, C. Global value chains in a postcrisis world. [s.l.]: The World Bank, 2010.

CECAFÉ. CONSELHO DOS EXPORTADORES DE CAFÉ DO BRASIL. Exportações brasileiras de café: relatório mensal por tipo de café 2017. 2017. Disponível em: http://www.cecafe.com.br/dados-estatisticos/exportacoes-brasileiras/. Acesso: 13 fev. 2018

FANTINEL, L. D.; FISCHER, T. M. D. Organizações e contextos urbanos : os cafés e as sociabilidades.Gestão e Sociedade, v. 6, n. 15, p. 280–307, 2012.

GEREFFI, G. International trade and industrial upgrading in the apparel commodity chain. Journal of International Economics, v. 48, n. 1, p. 37–70, jun. 1999.

GEREFFI, G.; FREDERICK, S. The global apparel value chain, trade and the crisis: challenges and opportunities for developing countries. apr, 2010. (Policy Research Working Paper n. 5281). Disponível em: <https://millenniumindicators.un.org/unsd/trade/s_geneva2011/refdocs/RDs/Apparel%20Industry%20and%20Crisis%20(Gereffi%20-%20Apr%202010).pdf>. Acesso em: 20 fev. 2014.

GEREFFI, G.; HUMPHREY, J.; STURGEON, T. The governance of global value chains. Review of International Political Economy, v. 12, n. 1, p. 78–104, fev. 2005.

GLIGOR, D. M. The role of demand management in achieving supply chain agility. Supply Chain Management: An International Journal, v. 19, n. 5/6, p. 577–591, 2014.

HULT, G. T. M. et al. Knowledge as a strategic resource in supply chains. Journal of Operations Management, v. 24, n. 5, 458-475, 2006.

ICO. INTERNATIONAL COFFEE ORGANIZATION. World coffee consumption 2016/2017. London: International Coffee Organization, 2018. Disponível em: http://www.ico.org/prices/new-consumptiontable.pdf. Acesso: 13 fev. 2018.

LEITCH, A. Slow food and the politics of pork fat: Italian food and European identity. Ethnos, v. 68, n. 4, p. 437-462, 2003.

LEME, P. H. M. V.; MACHADO, R. P. M. Os pilares da qualidade: o processo de implementação do Programa de Qualidade do café (PQC). Organizações Rurais e Agroindustriais, Lavras, v. 12, n. 2, p. 234-248, 2010.

MIELE, M.; MURDOCH, J. The practical aesthetics of traditional cuisines: slow food in Tuscany. Sociologia Ruralis, v. 42, n. 4, p. 312–328, 2002.

PETRINI, C. Slow food:princípios da nova gastronomia. São Paulo: SENAC/SP,2009.

PRADO, A. S. et al. Hábitos de consumo e preferência pelo tipo de bebida do café (coffea arabica l.) entre jovens de Machado/MG.Coffee Science, v. 6, n. 3, p. 184–192, 2011.

RUBEN, R.; ZUNIGA, G. How Standards compete: comparative impact of coffee certification schemes in Northern Nicaragua. Supply Chain Management : An International Journal, v. 16, n. 2, p. 1–24, 1996.

SAES, M. S. M.; SPERS, E. E. percepção do consumidor sobre os atributos de diferenciação no segmento rural: café no mercado interno. Organizações Rurais & Agroindustriais, v. 8, n. 3, p. 354–367, 2006.

SAMPAIO, D. D. O. et al. o consumidor de café expresso em minas gerais : diferenças , hábitos e preferências. Gestão e Regionalidade, v. 28, n. 84, p. 49–60, 2012.

SASSATELLI, R.; DAVOLIO, F. Consumption, pleasure and politics: slow food and the politico-aesthetic problematization of food. Journal of Consumer Culture, v. 10, n. 2, p. 202–232, 2010.

SCHNAIDER, P. S. B.; SAES, M. S. M. estratégias na composição de blends no mercado internacional de café: uma análise de cointegração. Desafio Online, v. 1, n. 1, p. 1–22, 2013. Disponível em: <http://e-revista.unioeste.br/index.php/gepec/article/view/5432/7124>. Acesso em: 20 nov. 2013.

SCHNEIDER, S. Good, clean, fair: the rhetoric of the slow food movement. College English, v. 70, n. 4, p. 384–402, 2008.

SCHOLZ, M. B. S. et al. Atributos sensoriais e características físicoquímicas de bebida de cultivares de café do IAPAR. Coffee Science, v. 8, n. 1, p. 6–16, 2013.

SCHURR, P. H. Buyer-seller relationship development episodes: theories and methods.Journal of Business & Industrial Marketing, v. 22, n. 3, p. 161–170, 2007.

VEJA SÃO PAULO COMER E BEBER. São Paulo: Ed. Abril. v. 8 n.1, 18 out. 2013. Special Edition,

Capítulo IX - Condomínios de armazéns rurais: uma breve caracterização com enfoque logístico

ALVARENGA, A.C.; NOVAES, A.G. Logística aplicada: suprimentos e distribuição física. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.

ALVES-MAZZOTTI, A.J. Uso e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa, v.36, n.129, p.637-651, set./dez., 2006.

ARBACHE, F. S. et al. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. Editora FGV: Rio de Janeiro, 2004.

BALLOU, R.H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

BALLOU, R.H. Logística empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2011.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BIAZI, J.D.; BERTOL, R.; CARNEIRO, M.C. Armazéns em unidades centrais de armazenamento. In: LORINI, I.; MIIKE, L.H.; SCUSSEL, V.M. (Ed.). Armazenagem de grãos. Campinas: Instituto Bio Geneziz, 2002. cap. 3, p. 157-174.

BOWERSOX, D.J; CLOSS, D.J. Logística empresarial:o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo. Atlas, 2001.

BRASIL. Decreto nº 3.993, de 30 de outubro de 2001. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3993.htm>. Acesso em abril de 2016.

CAIXETA-FILHO, J.V. Sobre a competitividade do transporte no agribusiness brasileiro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 37.,1999, Foz do Iguaçu. Anais...Brasília: SOBER, 1999.

CAIXETA-FILHO, J.V. A logística do escoamento da safra brasileira. CEPEA/USP, julho de 2006. Disponível em: < www.cepea.esalq.usp.br/especialagro/EspecialAgroCepea_7.doc>. Acesso em: fevereiro de 2016.

CAXITO, F. Logística: um enfoque prático. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain. 4. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2010.

COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB). Produção vs capacidade de armazenamento. Brasília: CONAB, 2017.(Série histórica).

COTRIM, N.Q.S.; MACHADO, G.R. Logística de distribuição: um estudo do nível de serviço logístico em uma multinacional líder no segmento de produtos lácteos frescos (PLF). Enciclopédia Biosfera, Goiânia, v.7, n.12, p.1- 20, 2011.

CSCMP. CSCMP Supply chain management definitions and glossary. 2013. Disponível em: <http://cscmp.org/CSCMP/Educate/SCM_Definitions_and_Glossary_of_Terms/CSCMP/Educate/SCM_Definitions_and_Glossary_of_Terms.aspx?hkey=60879588-f65f-4ab5-8c4b-6878815ef921>. Acesso em: maio de 2017.

FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DO PARANÁ. O tucano ou a petista? Boletim Informativo, Curitiva, Ano XXVIII. n. 1280 – 20 a 26 de out. 2014.

FARIA, A.C.; COSTA, M.F.G. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, 2013.

FERRARI, R.C. Utilização de modelo matemático de otimização para identificação de locais para instalação de unidades armazenadoras de soja no estado do Mato Grosso. 2006. 185f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, 2006.

FIGUEIREDO, K.F.; FLEURY, P.F.; WANKE, P. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas, 2013.

FILIPPI, A.C.G. Caracterização e análise da viabilidade de Condomínios de Armazéns Rurais: um estudo multicaso. 2017, 204 f. Dissertação. (Mestrado em Agronegócio) – Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, Brasília, 2017.

FLEURY, P.F.; RIBEIRO, A. A indústria de prestadores de serviços logísticos no Brasil: caracterizando os principais operadores. In: ENANPAD - ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 25., 2001, Campinas. Anais… Campinas: ANPAD, 2001. 1 CD-ROM.

FLEURY, P. A infraestrutura e os desafios logísticos das exportações brasileiras. ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain. 2005. Disponível em:<http://www.ilos.com.br/web/a-infraestrutura-e-os-desafios-logisticos-dasexportacoes-brasileiras/>. Acesso em: fevereiro de 2016.

FREDERICO, S. Desvendando o agronegócio: financiamento agrícola e o papel estratégico do sistema de armazenamento de grãos. GEOUSP: Espaço e Tempo (Online), [S.l.], n. 27, p. 47-62, abr. 2010. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/74154>. Acesso em: 01 jun. 2015.

GABAN, A.C; GUARNIERI, P. Identificação de gargalos na logística agroindustrial: revisão sistemática da literatura. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA RURAL, 53., 2015, João Pessoa. Anais... Brasília: SOBER, 2015.

GAMEIRO, A.H. Índices de preço para o transporte de cargas: o caso da soja a granel. 2003. 284f. Tese (Doutorado em Ciências) – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, 2003.

GENTIL, L.V.; MARTIN, S. Armazenagem da produção: é viável para o produtor rural? Revista Agroanalysis, Mercado e Negócios, p. 28-29, maio, 2014.

GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

GLOBO RURAL. Agricultores investem na construção de armazéns coletivos no Paraná, mar. 2015. Disponível em: <http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/v/agricultores-investem-na-construcao-dearmazens-coletivos-no-parana/3999584/>. Acesso em: maio de 2015.

GODOY, A.S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.35, n.4, jul./ago., p.65-71, 1995.

GUARNIERI, P. Nível de formalização na logística de suprimentos da indústria automotiva: análise do caso das montadoras. 2006. 162f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ, Ponta Grossa, 2006.

GUARNIERI, P. et al. WMS – Warehouse Management System: adaptação proposta para o gerenciamento da logística reversa. Produção, v. 16, n. 1, p. 126-139, jan./abr. 2006.

GUARNIERI, P.; HATAKEYAMA, K. Produção (São Paulo. Impresso). v.20, p.186-199, 2010. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65132010000200005&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 10 dez. 2016.

GULLO, M.C.R. Fundo estadual de apoio ao desenvolvimento dos pequenos estabelecimentos rurais-FEAPER: uma análise dos 10 anos, com ênfase no problema da inadimplência. 2001. 147f. Dissertação (Mestrado em Economia Rural) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2001.

JORNAL CIDADE VERDE. Agricultores do Paraná investem em armazéns coletivos.Teresina , 2015. Disponível em: <http://cidadeverde.com/piauiagrobusiness/66417/agricultores-do-parana-investem-emarmazens-coletivos>. Acesso em: 10 abr. 2015.

LIMA, M.P. Os custos de armazenagem na logística moderna. ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain. 2000. Disponível em: <http://www.ilos.com.br/web/os-custos-de-armazenagem-na-logistica-moderna/>. Acesso em: 15 fev. 2016.

MACHLINE, C. Cinco décadas de logística empresarial e administração da cadeia de suprimentos no Brasil. Rev. adm. Empres., São Paulo , v. 51, n. 3, p. 227-231, jun. 2011 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902011000300003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 14 fev. 2016.

MAKIYA, I.K.; PEIXOTO, C.G.O.C.; ROSA, I.F. Abordagem dos sistemas de distribuição e armazenagem dos principais centros produtores de soja no Brasil. CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO, 6.,2010,Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UFF, 2010. Disponível em: <http://sistema.inovarse.org/anais>. Acesso em: 10 fev. 2016.

MARTINS, R.S. et al. Decisões estratégicas na logística do agronegócio: compensação de custos transporte-armazenagem para a soja no estado do Paraná. RAC. Revista de Administração Contemporânea, v. 9, n. 1, p. 53-78, mar. 2005.

MENTZER, J.T. et al. Defining Supply Chain Management. Journal of Business Logistics, v. 22, n. 2, p. 1-25, 2001.

MOYANO-ESTRADA, E.; SACCO DOS ANJOS, F. New forms of economic cooperation in family agriculture: the case of condominios in Santa Catarina, Brazil. Journal of Rural Cooperation, v. 29, n. 1, 2001.

NEVES, M.F.; CONEJERO, M.A. Sistema agroindustrial da cana: cenários e agenda estratégica. Economia Aplicada [online]. 2007, vol.11, n.4, pp. 587-604.Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-80502007000400007>. Acesso em: 20 mar. 2016.

NOVAES, A.G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

NOGUEIRA JUNIOR, S.; TSUNECHIRO, A. Produção agrícola e infraestrutura de armazenagem no Brasil. Informações Econômicas, São Paulo, v.35, n.2, fev. 2005.

OLIVEIRA, A.L.R. A logística agroindustrial frente aos mercados diferenciados: principais implicações para a cadeia da soja. Informações Econômicas, São Paulo, v. 41, n. 6, jun. 2011.

OLIVO, C.J. Sustentabilidade de condomínios rurais formados por pequenos agricultores familiares: análise e proposta de modelo de gestão. 2000. 269r. Tese (doutorado Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção,Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2000.

RIPOLL, F.G. Proposta de uma análise logística no agronegócio como fator competitivo para a distribuição e comercialização da soja em grão no estado de Mato Grosso. 2012. 151f. Dissertação (Mestrado em Agronegócios) – Universidade de Brasília. Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Brasília, 2012.

SANTOS, A.R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 4. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

SANTOS, A.V.N.; FELIX, L.B.; VIEIRA, J.G.V. Estudo da logística de distribuição física de um laticínio utilizando lógica fuzzy. Produção, v. 22, n. 3, p. 576-583, maio/ago. 2012.

SPECIALTY COFFEE ASSOCIATION OF AMERICA. SCAA protocols: grading green coffee.Santa Ana/CA: SCAA, 2009a. (Version november 21). Disponível em: http://scaa.org/?page=resources&d=coffeestandards. Acesso: 15 mar. 2017.

SPECIALTY COFFEE ASSOCIATION OF AMERICA. SCAA protocols: grading green coffee.Santa Ana/CA: SCAA, 2009b. (Version november 21). Disponível em: http://scaa.org/?page=resources&d=coffeestandards. Acesso: 15 mar 2017.

SASSERON, J.L. Armazenamento de grãos. In: GOMES, R.A.R.; CASTRO, M.F.P.M.; VALENTINI, S.R.T.; BOLONHEZI, S. (Coord.). Atualização em tecnologia de pós-colheita de grãos. Campinas: Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, 1995. p. 50-87.

SILVA, E.L.; MENEZES, E.M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 3. ed. Florianópolis: UFSC. 2001.

SILVA, C.A.V; MUSETTI, M.A. Logística militar e empresarial: uma abordagem reflexiva. R.Adm., São Paulo, v.38, n.4, p.343-354, out./nov./ dez. 2003.

SOARES, M.G.; CAIXETA FILHO, J.V. Caracterização do mercado de fretes rodoviários para produtos agrícolas. Revista Gestão e Produção, v.4, n.2, p. 186-204, ago. 1997.

WEIL, K.E. Logística empresarial: uma introdução à administração de transportes. Rev. adm. empres., São Paulo , v. 15, n. 3, p. 72-73, Junho 1975. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75901975000300008&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 9 fev. 2016.

WANKE, P; FLEURY, P.F. Transporte de cargas no Brasil: estudo exploratório das principais variáveis relacionadas aos diferentes modais e às suas estruturas de custos. 2006. Disponível em: <http://ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/capitulo_12_transportes.pdf>. Acesso em: 20 maio 2017.

YIN, R. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

Capítulo X - Redes sociais rurais: análise da gestão coletiva em projetos de assentamento de reforma agrária

ANDRADE, C. A. S. de. Percepção ampliada da cadeia produtiva: as contribuições da Teoria dos Custos de Transação e da análise de redes sociais. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 22., 2002, Curitiba. Anais eletrônicos... Curitiba: ABEPRO, 2002. Disponível em: . Acesso em: 18 mar. 2015.

BRISOLA, M. V.; GUIMARÃES, M. C. Redes e desenvolvimento territorial – uma proposta de análise histórico-comparativa aplicada a sistemas agroindustriais. In: CONGRESSO LATINOAMERICANO DE HISTÓRIA ECONÔMICA, 4., 2014, Bogotá. Anais... Bogotá: Associación Colombiana de Historia Económica, 2014.

CARVALHO NETO, R. A. de. Modelo de análise de redes sociais aplicado à cadeia logística do agronegócio de base econômica familiar. 2009. 185f. Dissertação (Mestrado em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação) – Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2009. Disponível em: <http://www.bdtd.ucb.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1037>. Acesso em: 8 mar. 2015.

CASTRO, M. de. GONÇAVES, S. A. Contexto institucional de referência e governança de redes: estudo em arranjos produtivos locais do estado do Paraná. RAP, Rio de Janeiro, v.48, n. 5, p. 1281-1303, set./out. 2014.

ESTIVALETE, V. de. F. B. O processo de aprendizagem em redes horizontais do elo varejista do agronegócio: do nível individual ao interorganizacional. 2007. 269 f. Tese (Doutorado em Agronegócios) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/10031>. Acesso em: 24 mar. 2015.

FERREIRA, A. B. de H. Mini Aurélio: o dicionário da língua portuguesa. 8. ed. Curitiba: Positivo, 2010.

FLORES, M. X. Prefácio. In: OLIVEIRA, M. N. de; XAVIER, J. H. V.; ALMEIDA, S. C. R. de; SCOPEL, E. (Org.). Projeto Unaí: pesquisa e desenvolvimento em assentamentos de reforma agrária. Brasília, DF: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2009. p. 9-11.

GARCIAS, P. M. A lógica de formação de grupos e aliança estratégica de empresas. Tuiuti: Ciência e Cultura, Paraná, n. 24, nov. p. 51-78, 2001. Disponível em: <http://www.utp.br/tuiuticienciaecultura/FCSA/FCSA%2024/PDF/art%2002%20-%20a%20l%C3%B3gica%20de%20forma%C3%A7%C3%A3o.pdf>. Acesso em: 20 maio. 2013.

LAGO JÚNIOR, M. W. de. Redes sociais informais intraorganizacionais e os processos de mudanças organizacionais: um estudo em uma empresa de tecnologia da informação. 2005. 250 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2005. Disponível em: <http://www.adm.ufba.br/pt-br/publicacao/redessociais-informais-intraorganizacionais-os-processos-mudancasorganizacionais-estudo>. Acesso em: 26 ago. 2015.

LIMA, S. M. V.; VIEIRA, L. F; CASTRO, A. M. G. de. Perfil dos beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário: combate à pobreza rural. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, 2011.

MARTELETO, R. M. Análise de redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ci, Inf., Brasília, v. 30, n. 1, p. 71-81, jan./abr. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n1/a09v30n1.pdf>. Acesso em: 26 mar. 2015.

MATHEUS, R. F.; SILVA, A. B. O. e. Análise de redes sociais como método para a Ciência da Informação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v.7, n. 2, abr. 2006. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr06/Art_03.htm>. Acesso em: 26 mar. 2015.

MERTENS, F. et al. Redes sociais, capital social e governança ambiental no Território Portal da Amazônia. Acta Amazonica, Manaus, v. 41, n. 4, p. 481-492, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0044-59672011000400006&script=sci_arttext>. Acesso em: 24 mar. 2014.

MIZRUCHI, M. S. Análise de redes sociais: avanços recentes e controvérsias atuais. In: MARTES, A. C. B. (Orga.). Redes e sociologia econômica. São Carlos: EdUFSCar, 2009. p. 131-159.

NASSAR, A. M. Eficiência das associações de interesse privado nos agronegócios brasileiros. 2001. 234 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.

NEIVA, E. R.; PANTOJA, M. J. Redes sociais e mudança em um grupo de produtores rurais do Planalto Central. rPOT, Brasília/DF, v. 8, n. 1 , p. 5-24, jan./jun. 2008. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/rpot/article/view/9067/8415>. Acesso em: 20 set. 2014.

OLSON, M. A lógica da ação coletiva. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2011.

RADOMSKY, G. W. Reciprocidade, redes sociais e desenvolvimento rural. In: SCHNEIDER, S. (Org.). A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: UFRGS, 2009. p. 107-136.

ROSSETTI, F. Sete princípios para redes sociais. 2005. Disponível em: <http://www.gife.org.br/artigo-sete-principios-para-redessociais-11772.asp>. Acesso em: 18 mar. 2015.

SABOURIN, E. Práticas sociais, políticas públicas e valores humanos. In: SCHNEIDER, S. (Org.). A diversidade da agricultura familiar. Porto Alegre: UFRGS, 2009. p. 219-243.

SARAIVA DE LORETO, M. das D.; SOUZA, J. M. M. de; CUNHA, B. G. Reforma agrária e redes sociais na situação concreta do Assentamento Cuiabá, Canindé do São Francisco-SE. In: SIMPÓSIO SOBRE REFORMA AGRÁRIA E ASSENTAMENTOS RURAIS, 4., 2010, Araraquara. Disponível em: <http://www.incra.gov.br/images/comunidade_arquivos/txt_completo_simposio_reforma_agraria.pdf>. Acesso em: 06 set. 2015.

SAUER, S. Terra e modernidade: a reinvenção do campo brasileiro. São Paulo: Expressão Popular, 2010.

SILVA, M. C. M. da. Redes sociais intraorganizacionais informais e gestão: um estudo nas áreas de manutenção e operação da planta HYCO-8, Camaçari, BA. 2003. 223 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2003. Disponível em: <http://www.adm.ufba.br/pt-br/publicacao/redes-sociais-intraorganizacionaisinformais-gestao-estudo-areas-manutencao-operacao>. Acesso em: 21 abr. 2015.

VIEIRA, L. F.; CASTRO, A. M. G. de; LIMA, S. M. V. Perfil dos beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário: consolidação da agricultura familiar.Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, 2011.

VIEIRA, S. R. F. Manual introdutório de análise de redes sociais. Curso de Análise de Redes Sociais. Brasília: No prelo, 2015.

Capítulo XI - Análise dos canais de distribuição de plantas alimentícias não convencionais (Panc) em seis feiras do Distrito Federal

ALFLEN, T.A; BITTENCOURT, H.H.; BERTAN L.C.; BAINY, E.M. Utilização do taro (Colocasia esculenta) na alimentação no município de Laranjeiras do Sul - PR. In: Anais de SEPE - Seminário de ensino, pesquisa e extensão da UFFS. vol. 3. 2013. Disponível em:<http://www.gvaa.org.br/revista/index.php/RVADS/article/view/2681/pdf_998>.

ALI,B. H; WABEL AL N.; BLUNDEN, G. Phytochemical, pharmacological and toxicological aspects of Hibiscus sabdariffa L.: a review. Phytotherapy Research, v.19, p.369-375, 2005.

ALMEIDA IL; JUNQUEIRA AMR. Evolução do perfil dos consumidores de hortaliças orgânicas em Brasília – DF, 2012. Horticultura Brasileira 30: S765-S772. Disponível em: http://www.abhorticultura.com.br/eventosx/trabalhos/ev_6/a5093_t9007_comp.pdf Acessado em: 08.03.2017.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

BATALHA; M. O, SCARPELLI M. Gestão da cadeia agroindustrial. In: Workshop: O agronegócio na sociedade da informação, 2002, Anais do workshop: O agronegócio na sociedade da informação Brasília - DF, 2002.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de hortaliças não-convencionais / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. Brasília : Mapa/ACS, 2010. 92 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Alimentos regionais brasileiros. Brasília, DF, 2002. 140p.

CARDOSO, M. O. 1997. Hortaliças não convencionais da Amazônia. Manaus: EMBRAPA CPAA. 150p.

DIAS, A. C. P.; PINTO, N. A. V. D.; YAMADA, L. T. P.; MENDES, K. L.; FERNANDES, A. G. Avaliação do consumo de hortaliças não convencionais pelos usuários das unidades do Programa Saúde da Familia (PSF) de Diamantina - MG. Alim. Nutri. v16, n.3, p. 279-284, jul./set. 2005.

DIEGUES A.C.; ARRUDA R.S.V. Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil. Brasília: MMA, 2001. 166p.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008, p. 197.

GODOY, A. S. PESQUISA QUALITATIVA TIPOS FUNDAMENTAIS. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 35, n.3, p, 20-29 Mai./Jun. 1995.

JUNQUEIRA, A. H; LUENGO, R. F. Mercados diferenciados de hortaliças. In: Horticultura Brasileira, Brasília, v. 18, n. 2, p. 95-99, julho 2000.

LUGLI, M. Strategie di marketing di imprese agroalimentari: filiera corta e prodotti di nicchia. Tese de doutorado. Università degli studi, Departamento de Economia Agrária, Bologna, 2005.

MARSDEN, T.; BANKS, J.; BRISTOW, G. Food supply chain approaches: exploring their role in rural development. Sociologia Ruralis, v.40, n.4, p.424-438, 2000.

MANZINI, E.J. Considerações sobre a elaboração de roteiro para entrevista semi-estruturada. In: MARQUEZINE: M. C.; ALMEIDA, M. A.; OMOTE; S. (Orgs.) Colóquios sobre pesquisa em Educação Especial. Londrina:eduel, 2003. p.11-25.

MAZZOLENI, M. E; NOGUEIRA, M.J. Agricultura orgânica: características básicas do seu produtor. Rev. Econ. Sociol. Rural [online]. 2006, vol.44, n.2, pp. 263-293.

MEGIDO, J. L. T. e XAVIER, C. Marketing & Agribusiness. 4º ed. São Paulo: Editora Atlas S.A, 2003.

MELO, A. M. T. Hortaliças subutilizadas e sua importância no contexto da agricultura familiar. Disponível em: <http://www.abhorticultura.com.br/eventosx/trabalhos/ev_1/PAL02.pdf> Acesso em: 22 Ago 2015.

NASCIMENTO, W. M; MELO, P. C. T. de. Panorama da cadeia produtiva de hortaliças no Brasil. Porto Alegre: Embrapa Hortaliças, Nov 2011. Disponível em: <https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0CB8QFjAAahUKEwicnNuA-qvIAhWGl4AKHbyjD94&url=http%3A%2F%2Fwww.alice.cnptia.embrapa.eam%2Fdoc%2F911263%2F4%2Fpalestra10cursosementeshortalicas11.pdf&usg=AFQjCNE5JrIL-t83iZDe1kxsK3oYnxN2Vg&sig2=pSa9ao8wMtaqikX4KMFFHQ&bvm=bv.104317490,d.Y2I> Acesso em: 05 Out 2015.

PEREIRA, G. G. (2013). A Dinâmica Migratória e o Programa Bolsa Família em Matão/SP. Coleção Por Dentro do Estado de São Paulo: processos migratórios. Campinas: NEPO/UNICAMP.

RIEPE, A.J.; MORAES, P.E.S. Produção agroecológica de hortaliças no assentamento contestado, município da Lapa. Revista Qualidade Emergente, v.4, n.1,p.17-30, 2013.

SATO, G. S.; MARTINS, S. S.; CARVALHO, Y.M.C.; MILANI, A.A.; CUNHA, R.P. Fluxo de comercialização de hortaliças produzidas na região de Alto Cabeceiras do Tietê. Instituto de Economia Agricola. São Paulo, 2006. Disponível em: <http://www.sober.org.br/palestra/5/642.pdf>. Acesso em: 19 set. 2015.

SCARABELOT, M.; SCHNEIDER,S. As cadeias agroalimentares curtas e desenvolvimento local: um estudo de caso no município de Nova Veneza/SC. Organizações Rurais & Agroindustriais, v. 15, n. 20 Jan/Jun 2012 - pp. 101-130.

SCHNEIDER, S.; FERRARI, D. L. Cadeias curtas, cooperação e produtos de qualidade na agricultura familiar – o processo de relocalização da produção agroalimentar em Santa Catarina. Organizações Rurais & Agroindustriais, Lavras, v. 17, n. 1, p. 56 – 71, 2015.

SOLOMON, M. R. Comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo. 9 ed. Artmed: Porto Alegre. 2011, p. 680.

VENTURA, M. M. O Estudo de Caso como Modalidade de Pesquisa. Rev SOCERJ, Vol. 20, nº. 5, p.383-386, setembro/outubro 2007.

VICENTE, A. R.; COSTA M. L.; MARTINEZ, G. A. et al. Effect of heat treatments on cell wall degradation and softening in strawberry fruit. Postharvest Biology and Technology, Orlando, v.38, n.3, p. 213-222, 2005.

Capítulo XII - Sistema privado de inovação tecnológica agropecuária no Brasil

ABIA. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DA ALIMENTAÇÃO. O setor em números. São Paulo, 2014. Disponível em: <http://www.abia.org.br/vst/faturamento.pdf>. Acesso em: 06 out. 2015.

ABRASEM. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS. Anuário 2014. Londrina: ABRASEM, 2014.

ALLTECH. Global feed survey. 2015. Disponível em: <http://pt.alltech.com/ sites/default/files/alltech_globalfeedsummary_2015_pt.pdf>. Acesso em: 05 out. 2015.

AGRIANUAL. Anuário estatístico da agricultura brasileira 2015. São Paulo: FNP – Consultoria e Agroinformativos, 2015.

ALVIM, I. D. Microencapsulação e nanotecnologia. In: VIALTA, A.; REGO, A. R. (Ed.). Brasil ingredients trends. Campinas: ITAL, 2012. cap. 15, p. 335-355.

AMABILE, T. M. Creativity in context.Colorado: Westview Press, 1996.

ARAÚJO, S. C. de. Aumento no uso de inoculantes no Brasil. In: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES E IMPORTADORES DE INOCULANTES, Notícias/Artigos, Campinas,

Artigos. Disponível em: <http://www.anpii.org.br/aumento-nouso-de-inoculante-no-brasil/ >. Acesso em: 28 set. 2015.

BANCO NACIONAL DO DESENVOLVIMENTO. BNDESPAR aporta até R$ 300 milhões no Centro de Tecnologia Canavieira para estimular inovação. Rio de Janeiro, 2014. www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/.../20140326_ctc>. Acesso em: 10 set. 2015.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

CAPANEMA, L. X. de L. et al. Panorama da indústria farmacêutica veterinária. BNDES Setorial, Rio de Janeiro, n. 25, p. 157-173, mar. 2007. Disponível em: . Acesso em: 06 out. 2015.

CASTRO, A.M.G. de. COBBE, R.V., GOEDERT, W. J. Prospecção de demandas tecnológicas. Manual metodológico para o SNPA. Brasília: EMBRAPA-DPD, 1995.

CASTRO, A.M.G. de et al. Prospecção de demandas tecnológicas de cadeias produtivas e sistemas naturais. Brasília: EMBRAPA-DPD, 1998.

CONAB. COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. 12º Levantamento da safra 2014/2015. 2015. Disponível em: <http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arqui vos/15_09_11 _10_42_03_boletim_graos_setembro_2015.pdf. Acesso em: 29 set. 2015.

DIAS JÚNIOR, P. C. Cooperativismo agropecuário. 2013. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/camaras_tematicas/Insumos_agropecuarios/71RO/app_ocb.pdf>. Acesso em: 05 out. 2015.

DUARTE, J.; CASTRO, A. M. G. de. Comunicação e tecnologia na cadeia produtiva da soja em Mato Grosso. Brasília: EMBRAPA, 2004.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. O que é Fixação Biológica de Nutrientes? 2015. Disponível em: https:// www.embrapa.br/en/web/fbn/saiba-mais-sobre-fbn>. Acesso em: 4 out.2015.

FERNANDES, E.; GUIMARÃES, B. de A.; MATHEUS, R. R.Principais empresas e grupos brasileiros do setor de fertilizantes.BNDES Setorial, Rio de Janeiro, n. 29, p. 203-228, mar. 2009. Disponível em: <https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/bitstream/1408/2667/1/BS%2029%20Principais%20empresas%20 e%20grupos%20brasileiros_P.pdf>. Acesso em: 27 set. 2015.

GONÇALVES, E.; LEMOS, M. B.; FAJARDO, B. de. A. G. Padrões de inovação da indústria de bens de capital agrícola no Brasil. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia Política da PUC-SP, São Paulo, v. 26, n.1, 2015. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/rpe/article/view/17212>.Acesso em 19 set. 2015.

GRÍGOLO, S. C. et al. Transformações recentes da assistência técnica e extensão rural no sul do Brasil: desafios a Pnater. In: CONGRESSO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UTFPR, 1., 2011, Dois Vizinhos. 2015. Anais... Dois Vizinhos: UTFPR, 2011. Disponível em: . Acesso em: 8 out. 2015.

IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa de inovação 2011. Rio de Janeiro: IBGE, 2013. Disponível em: <http://www.pintec.ibge.gov.br/downloads/

pintec2011%20publicacao%20completa.pdf>. Acesso em: 27 set. 2015.

IPNI. INTERNATIONAL PLANT NUTRITION INSTITUTE. Evolução do consumo aparente de N, P, K e Total de NPK no Brasil. 2015. Disponível em: <http://brasil.ipni.net/article/BRS-3132>. Acesso em: 07 out. 2015.

IRGA. INSTITUTO RIO-GRANDENSE DO ARROZ. Conheça o IRGA. Disponível em <http://www.irga.rs.gov.br/conteudo/779/conhecao-irga>. Porto Alegre, 2015. Acesso em: 10 set. 2015.

ISAAA. INTERNATIONAL SERVICE FOR THE ACQUISITION OF AGRI-BIOTECH APPLICATIONS. Pocket K No. 17: Genetic Engineering and GM Crops. 2014. Disponível em:<http://www.isaaa.org/resources/publications/pocketk/17/default.asp>. Acesso em: 2 out. 2015.

LIMA, S.V. et al. La dimensión de entorno en la construcción de la sostenibilidad institucional. San José, Costa Rica: Red Nuevo Paradigma del ISNAR, 2001. (Série Innovación para la Sostenibilidad Institucional). Con el apoyo del ISNAR, SDC y DGIS.

LUNDVALL, B. A. Innovation, crowth and social cohesion: the danish model. Londres: Edgar Elgar, 2001.

LUNDVALL, B. A. National innovation systems:analytical tool and development tool.Industry and Inovation, v. 14, v. 1, p. 95-119, feb. 2007. Disponível em: <https://myweb.rollins.edu/tlairson/pek/nis.pdf>. Acesso em: 5 out. 2015.

LUNDVALL, B. A. et al. National systems of production, innovation and competence building. Research Policy, 31, 213-231, 2002.

BRASIL. Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Estatísticas e dados básicos de economia agrícola. Brasília, DF, 2015. Disponível em: <http://www.agricultura.gov.br/agroestatisticas/estatisticas-e-dadosbasicos-de-economia-agricola/estatisticas-e-dados-basicos-de-economiaagricola-agosto-2015.pdf/view>. Acesso em: 25 out. 2016.

MENTEN, J.O.M. et al. O setor de defensivos agrícolas no Brasil. Agrolink, [S.l.], 22 jul. 2010. Agronegócio. Disponível em: <https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/artigo/o-setor-de-defensivos-agricolas-nobrasil_114571.html>. Acesso em: 20 out. 2017.

REDE FERTBRASIL. O projeto. [2015?]. Disponível em: <http://hotsites.cnps.embrapa.br/blogs/redefertbrasil/?link=rede&qual=1>. Acesso em: 04 out. 2015.

REGO, R. A.; MADI, L. F. C. Fatores que influenciam o mercado de bens de consumo. In:SARANTÓPOULOS, C. I. G. L.; REGO, R. A.(Ed.) Brasilpack trends 2020. Campinas: ITAL, 2012. cap. 2, p. 41-65.

SANTOS, P. E. de C. Semente é tecnologia. Revista Agroanalysis, p.21-37, mar. 2014. Especial ABRASEM. Disponível em: . Acesso em: 25 out. 2017.

SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. et al. As tendências de embalagem. In: SARANTÓPOULOS, C. I. G. L.; REGO, R. A. (Ed.).Brasilpack trends 2020. Campinas: ITAL, 2012. cap.3, p. 67-83.

SERON, E. A indústria de defensivos agrícolas: inovação e contribuição para o agronegócio brasileiros. VII Reunião da Câmara Setorial de Oleaginosas e Biodiesel. Brasília, 2010. Disponível em:<http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/camaras_setoriais/Oleaginosas_e_biodiesel/9_reuniao/ANDEF.pdf>. Acesso em: set. 2015.

SILVA JÚNIOR, J. J. da. Destruição criativa e progresso técnico agrícola: avaliação dos impactos econômicos dos inoculantes na cultura da soja. 2012. 121 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Econômicas) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2012.

SILVA, M.F. de. O.; COSTA, L. M. da. A indústria de defensivos agrícolas. BNDES Setorial, n. 35, p. 233-276, 2012. Disponível em: <https://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/conhecimento/bnset/set3507.pdf>. Acesso em: 27 set. 2015.

SINDAN. SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA SAÚDE ANIMAL. Indicadores do setor. 2015. Disponível em: <http://www.sindan.org.br/sd/>. Acesso em: 06 out. 2015.

SINDIRAÇÕES. SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL. Boletim Informativo do Setor, set. 2015. Disponível em: http://sindiracoes.org .br/produtos-e-servicos/boletiminformativo-do-setor/. Acesso em: 05 out. 2015.

SINDIVEG. SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA DEFESA VEGETAL. Setor de Defensivos Agrícolas Reduz Crescimento em 2014. 2014. Disponível em: <http://www.sindiveg.org.br>. Acesso em: 3 out. 2015.

SPAT, M. D.; MASSUQUETTI, A. Análise dos indicadores estruturais da indústria de máquinas e implementos agrícolas no Rio Grande do Sul e em São Paulo no período 1996-2003. Estudos do CEPE, Santa Cruz do Sul, n. 28, jul./dez. 2008. Disponível em: <https://online.unisc.br/seer/index.php/cepe/article/view/909/770>. Acesso em: 29 set. 2015.

TAVARES, M. F. de F.; HABERLI JÚNIOR, C. O mercado de fertilizantes no Brasil e as influências mundiais. ESPM Central de Cases, out. 2011. Disponível em: <http://www2.espm.br/sites/default/files/o_mercado_de_fertilizantes_no_brasil_e_as_influencias_mundiais_1.pdf>. Acesso em: 3 out. 2015.

VIALTA, A. Biotecnologia. In: VIALTA, A.; REGO, A. R. (Ed.). Brasil ingredients trends. Campinas: ITAL, 2012. cap. 16, p. 357-367.

WALLIS, G.; WEIL, D.; MADI, L. F. C. O Mercado de Embalagem no Brasil. In: SARANTÓPOULOS, C. I. G. L.; REGO, R. A. (Ed.). Brasil pack trends 2020. Campinas: ITAL, 2012. cap. 1, p. 9-39.

ZILBERMAN, D. Technology, innovation, and entrepreneurship. Apresentação no Summer Certificate Course, Sustainable Development and Environmental Management ,St. Petersburg State University, Petergoff Campus, 2006. Disponível em: . Acesso em: 27 set. 2015.

Capa para Agronegócios: perspectivas
Publicado
dezembro 19, 2020

Detalhes sobre essa publicação

ISBN-13 (15)
978-65-5846-026-8
Bookmark and Share